Programa de Valorização do Patrimônio Cultural.
Visite o hotsite
Cursos, Eventos, Notícias, Rio Grande do Sul 6 de janeiro de 2009 por Silvana Losekann
Flávio Kiefer conta sua experiência nos projetos da Casa de Cultura Mário Quintana, Casa de Cultura de Esteio, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo e Vila Santa Thereza (Bagé) para estabelecer um debate sobre as relações da arquitetura com a arte, artistas e público em nosso meio.
A palestra custa R$ 50,00 e acontecerá na Associação de Arte e Cultura (Arena).
Data e horário
14 de janeiro de 2009, das 14h às 17h
Local
Arena – Associação de Arte e Cultura
Rua General João Telles 379 sala 102
Bom Fim - Porto Alegre
E-mail: melissa@arena.org.br
Website: www.arena.org.br
Notícias, Rio Grande do Sul 6 de janeiro de 2009 por Silvana Losekann

A troca da empresa responsável pela prestação de serviços de manutenção do Parque Estadual de Itapuã, em Viamão, está trazendo prejuízos aos usuários. Com a redução dos funcionários, os serviços de limpeza e de guia para as trilhas estão prejudicados e os frequentadores também reclamam do fechamento da Praia de Fora.
A manutenção do parque é responsabilidade da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, que, por sua vez, contrata uma prestadora de serviços. O chefe da Divisão de Conservação do Departamento de Floresta e Área de Proteção, Luiz Alberto Mendonça, explicou que há dois meses foi aberto o processo de licitação para troca da empresa. A tramitação burocrática ainda não terminou. ‘Enquanto isso estamos fazendo escalas especiais e turnos duplos para garantir os serviços’, disse ele.
Sobre o fechamento da Praia de Fora, Mendonça explicou que a medida foi adotada para garantir a segurança dos usuários. ‘Não podemos permitir o acesso do público’, destacou, porque a beira da praia está com acúmulo de detritos trazidos pela água, como sapatos, plásticos, móveis usados, vidros quebrados e madeiras. A expectativa da direção do parque é que a área seja liberada novamente ao público a partir de amanhã.
Por ser uma área de preservação ambiental, o número de visitantes é limitado. As praias das Pombas e da Pedreira podem receber, no máximo, 350 pessoas por dia. Na Praia de Fora, o número de frequentadores é menor, apenas 200. Para acessar o Parque Estadual do Itapuã é necessária a aquisição de ingresso.
Fonte: Correio do PovoNotícias, Rio Grande do Sul 4 de janeiro de 2009 por Silvana Losekann

Marcelino Ramos, município do Alto Uruguai, está lançando um selo comemorativo para assinalar os 100 anos da Estrada de Ferro São Paulo – Rio Grande do Sul. A ferrovia remete a um período de desenvolvimento importante da cidade. Por muitos anos, a estrada de ferro foi o único elo entre o Rio Grande do Sul e o resto do país. Isso fez com que a cidade ficasse conhecida como ‘a porteira do Estado’.
O lançamento do Selo Centenário da Estrada de Ferro SP/RS – 100 anos de História, marca o início das comemorações. Por muito tempo, Marcelino Ramos foi uma estação por onde passaram variadas etnias e que, a partir da cidade, colonizaram muitos pontos do Estado. Há registros da passagem de alemães, italianos, poloneses, russos, japoneses, judeus e outros.
O historiador e médico Wilmar Rübenich conta que os 100 anos da ferrovia são completos no dia 17 de dezembro de 2010, data em que passou a primeira composição ferroviára por Marcelino Ramos. A estrada de ferro iniciava em Itararé (SP), atravessava os estados do Paraná e Santa Catarina, e terminava na cidade de Santa Maria da Boca do Monte (RS), totalizando 1.302 km. Ele explica que esta foi a primeira ferrovia vertical do país. ‘Ela unia estados. Até então as ferrovias partiam de cidades ou regiões em direção à portos navais e eram ferrovias horizontais’. Ele lembra que está sendo lançada em Marcelino Ramos uma campanha pró-preservação do acervo histórico, revelando a importância do trem para a cidade. ‘A estação ferroviária, a ponte rodoferroviária e o girador de trem precisam ser restaurados’, alerta. Rübenich disse que as prefeituras de Erechim, Gaurama e Viadutos estão sendo chamadas para se associar às homenagens do centenário da ferrovia que tornou Marcelino Ramos um importante ponto de acesso do Rio Grande do Sul ao restante do país.
Fonte: Correio do PovoNotícias, Rio Grande do Sul 2 de janeiro de 2009 por Silvana Losekann

O monumento em homenagem a Oswaldo Aranha, localizado em frente ao Centro Cultural de Alegrete, na praça que leva o nome do estadista, foi alvo da ação de vândalos durante a madrugada do último dia de 2008. Além de pichações com frases como ‘Oswaldo Aranha, criador de uma guerra’ e ‘Palestina livre’, foi colocado no busto um capuz branco, manchado com tinta vermelha. Para o coordenador do curso de História da Urcamp, Luiz Felipe Schervenski Pereira, ‘o ato de vandalismo por si só deve ser condenado, é depredação do patrimônio público, além do alvo dos manifestantes ser errado. A existência do Estado de Israel bem como a criação do Estado Palestino é um fato consolidado’. Segundo ele, só não veem isso os grupos fundamentalistas de ambos os lados. Mestre em História, Schervenski lamenta que se torne interminável a sequência de ataques suicidas de palestinos ligados ao Hamas, seguidos de retaliações pesadas das forças israelenses.
A partilha da Palestina foi aprovada em 29 de novembro de 1947, na 49ª Sessão da 2ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, sob a presidência de Oswaldo Aranha, embaixador brasileiro na ONU. Foi o fim de um processo febril de negociações. O projeto de uma pátria para os judeus ganhou legitimidade internacional, o que levou à criação do Estado de Israel no ano seguinte.
O presidente da Sociedade Árabe Palestina de Livramento, Munir Suleiman, condenou esse tipo de manifestação. Segundo ele, a atitude não reflete o pensamento da comunidade árabe palestina gaúcha. Munir ressaltou que a orientação da Federação Palestina é sempre voltada à realização de atos pacíficos, respeitando as leis do Brasil, como caminhadas e fechamento de lojas.
Fonte: Correio do PovoDefender, Notícias, Rio Grande do Sul 31 de dezembro de 2008 por Silvana Losekann
Folhas de zinco, madeirame e até vaso sanitário foram furtados neste domingo do prédio da antiga estação férrea de Ferreira, que hoje está sob responsabilidade da Defender. O crime foi denunciado nesta terça-feira à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento pelo presidente da Defender, Carlos Dreyer, que repassou aos policiais as primeiras informações apuradas sobre o delito. O ladrão que furtou na estação teria usado um trator com reboque para carregar o material, o que será apurado pela 2ª Delegacia de Polícia. (1)
NOTA DA DEFENDER
- Contatos realizados com lideranças da comunidade de Ferreira em Cachoeira do Sul, representadas pelo Presidente da Associação de Moradores de Ferreira, pelo presidente Conselho Comunitário da Capela Santa Terezinha, pelo presidente do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico-Cultural de Cachoeira do Sul e diretoria da Defender em 25 de outubro;
- O abraço simbólico ao prédio histórico da Estação Ferroviária de Ferreira promovido pela Defender em 25 de novembro, visando o seu tombamento municipal contado com mais de 80 pessoas da comunidade;
- A Reunião Comunitária Executiva contando com mais de 385 pessoas no Salão de Atividades da Capela Santa Terezinha, com a presença da Promotora de Justiça Especializada Dra. Giani Saad, do Prefeito Municipal Marlon Santos, do vice-prefeito eleito Ronaldo Trojahn, de lideranças e da diretoria da Defender;
- O Termo de Concessão de Uso estabelecido em 23 de dezembro com a Defender, não foram suficientes para conter a depredação do prédio histórico;
- A decisão por denúncia e registro de ocorrência pelo furto de telhas de zinco, madeiras e outras peças do prédio que já está com sua documentação de tombamento protocolada junto à Prefeitura foi a solução encontrada para estancar a depredação do monumento;
- Para a diretoria da Defender, a partir de agora, cumpra-se a Lei. (2)
Fonte: (1) Jornal do Povo, (2) DefenderNotícias, Rio Grande do Sul 30 de dezembro de 2008 por Silvana Losekann
Prédio ficou danificado depois de passar por um incêndio em abril de 2006.
Pouco depois de tomar posse em 1º de janeiro, o prefeito eleito de Rio Grande Fábio Branco, terá de se acostumar com o som de marretas, lixadeiras e o vaivém de operários. Danificado por um incêndio em abril de 2006, o prédio da prefeitura começará a ser restaurado até o dia 15. A previsão é de a obra ser concluída em 18 meses.
O início do restauro em janeiro será possível graças à garantia de que 20% dos R$ 3,5 milhões necessários para a empreitada já foram captados junto a iniciativa privada. Com o projeto de reforma apoiado pela Lei Rouanet (a legislação federal de incentivo à cultura) a prefeitura obteve R$ 700 mil junto a empresas sediadas na cidade, o que possibilita o início do trabalho.
– Acreditamos que após o restauro ser iniciado outras empresas se interessarão em fazer doações, pois muita gente precisa ver para depois acreditar que as coisas irão acontecer, mas acreditamos que não teremos dificuldades maiores para captar todo o recurso necessário – diz o prefeito eleito.
O projeto prevê a reconstrução da parte interna destruída pelo incêndio, além do restauro de ornamentos e aberturas do prédio de dois andares localizado no Largo João Fernandes Moreira, no coração da cidade. Construído em 1823, o imóvel é um dos cartões-postais da cidade mais antiga do Rio Grande do Sul.
Fonte: Zero HoraNotícias, Rio Grande do Sul 30 de dezembro de 2008 por Silvana Losekann

O ciclo de restauros feitos em prédios históricos de Bagé será finalizado na noite de hoje. A partir das 20h, com show da banda Nenhum de Nós, é a vez de reinaugurar a antiga Estação Ferroviária da cidade. O prédio foi erguido em 1884 e, hoje, é sede do Centro Administrativo Municipal. O evento ocorre no Largo da Praça da Estação.
O prédio faz parte do projeto de restauração de oito pontos históricos da cidade, totalizando cerca de R$ 8,4 milhões em investimentos. O processo se iniciou em 2001, com as obras do Museu Dom Diogo da Silva. A Estação Ferroviária teve R$ 800 mil investidos. Os recursos vieram da Lei Rouanet e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O restauro do agora Centro Administrativo deu traços arquitetônicos próximos ao que se via em 1924, quando o prédio teve de ser reconstruído após um incêndio. A recuperação contou com a limpeza das telhas originais, rebocos com grande quantidade de areia e pintura com cal.
– O prédio não só tem sua arquitetura restaurada como resgata uma história – destaca a secretária de Cultura, Jussara Carpes.
Fonte: Zero HoraEventos, Notícias, Rio Grande do Sul 30 de dezembro de 2008 por Silvana Losekann

O aniversário da catedral ocorre apenas no ano que vem, mas exposição aberta ao público já faz parte das celebrações.
Difícil saber ao certo quantos casamentos, batizados, missas, confissões, preces, pedidos e agradecimentos já foram feitos na Catedral Diocesana de Santa Maria. Em 99 anos de existência, a igreja que serviu de palco para momentos importantes da vida de muita gente foi reformada, pintada, decorada e abrigou celebrações comandadas por diversos religiosos. Em dezembro do ano que vem, o templo completa 100 anos de existência. Mas a festa para comemorar a data já começou.
A inauguração oficial das festividades ocorreu neste mês com a abertura de uma exposição. Quem quiser conhecer o cenário da Catedral entre as décadas de 30 e 70 pode visitar o Museu Sacro, que fica nos fundos da igreja. Lá, o público encontrará mais de 380 peças e 1.385 fotografias.
Todo o material é da época dos bispos dom Antônio Reis (que governou a diocese de Santa Maria de 1932 a 1960) e dom Luiz Victor Sartori (que esteve à frente da igreja católica da cidade de 1960 a 1970). As peças estavam na casa episcopal e foram doadas pelo atual bispo diocesano de Santa Maria, dom Helio Adelar Rubert. Antes de tomarem as prateleiras do museu, as peças foram devidamente preparadas.
– Uma equipe do museu, de estagiários do curso de História da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), fez a higienização de todo o material para a exposição. É um material muito importante porque retrata a visão de uma época em que as pessoas valorizavam a figura do bispo e os equipamentos litúrgicos – explica a coordenadora do museu, Marta da Rosa Borin.
Comemoração terá lançamento de livros

As comemorações do centenário da catedral não se resumem à exposição. Há planos para lançamento de livros e DVDs e para a elaboração de um material que deve percorrer escolas da cidade. Não há prazo para a realização dos projetos. Os diferentes eventos da comemoração dos 100 anos da diocese estão divididos em diferentes comissões.
O coordenador geral do evento, Humberto Gabbi Zanatta, adianta que, na comissão de cultura, três livros já estão em fase de organização. A idéia é lançar os três no segundo semestre do ano que vem.
Serviço
O que: exposição no Museu Sacro da Catedral
Quando: de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h
Escolas precisam agendar a visita com antecedência para contar com um guia.
Notícias, Rio Grande do Sul 30 de dezembro de 2008 por Silvana Losekann

O diretor-geral do Daer, Vicente Britto Pereira, esteve ontem em Bento Gonçalves, onde anunciou que a autarquia tem assegurada dotação orçamentária para pavimentar os 9 quilômetros que ligarão os Caminhos de Pedra, em Bento Gonçalves, ao Santuário de Nossa Senhora do Caravággio, em Farroupilha. A pavimentação é uma antiga reivindicação de moradores do distrito de São Pedro e da comunidade religiosa do santuário. Pereira disse que a obra na VRS 855 de São Pedro até Caravaggio será incluída numa rubrica especial do orçamento 2009 que contempla pavimentação de acessos a atrativos turísticos.
O diretor regional do Daer, Rogério Brasil Uberti, destacou que a estrada tem um forte apelo turístico, cultural e religioso. ‘O que podemos afirmar é que não será via de rodagem para transporte de carga. A estrada não é alternativa à RSC 453′, avisa. Uberti diz que a intenção é modificar ao mínimo a topografia. ‘As características turísticas não serão alteradas e queremos utilizar elementos que não prejudiquem a paisagem e o meio ambiente’, frisa.
Fonte: Correio do PovoNotícias, Rio Grande do Sul 30 de dezembro de 2008 por Silvana Losekann

Traficantes e consumidores de crack invadiram dois prédios históricos do Centro da Capital e estão causando terror aos moradores das imediações das ruas dos Andradas e General João Manoel. A chegada dos invasores transformou a região em ponto de brigas, assaltos, tráfico, consumo de drogas, prostituição e venda de produtos furtados. O principal foco de desordem está na 7 de Setembro, onde ficava o Hotel Nacional.
Ao lado deste, fica uma construção em ruínas da João Manoel, onde moram algumas pessoas. De acordo com trabalhadores e moradores da região, um dos moradores do prédio rouba frutas e flores das bancas que funcionam na Andradas 24 horas para comprar crack e depois de consumir a droga tem o hábito de jogar pedras nas janelas dos apartamentos de um edifício localizado na rua dos Andradas, que fica de fundos para os prédios abandonados.
Como se não bastasse a movimentação da droga, em frente ao prédio em ruínas, na João Manoel, funciona um ‘hotel’ que é ponto de tráfico e prostituição. A filha do proprietário do imóvel, Valéria, contou que a família entrou com uma ação de despejo na Justiça por falta de pagamento do aluguel. ‘Não conseguimos nem entregar a notificação de despejo no endereço dado pela pessoa que legalmente alugou o prédio. Ela repassou para um irmão, que fez deste local um inferno’, comentou.
O diretor da Divisão de Controle da Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), Paulo André Machado, afirmou que os dois prédios em ruínas já sofreram diversas ações. Em 2006, foi reparada a bandeja de proteção da fachada da 7 de Setembro, já que os transeuntes reclamavam do perigo que a madeira apresentava. A divisão pediu laudo técnico de estabilidade estrutural da fachada, com diversas rachaduras e manchas de infiltração. Como nada foi feito, a Smov lavrou auto de infração em 2007 e 2008. Os dois imóveis são de responsabilidade do proprietário e qualquer intervenção depende de liberação do Equipe do Patrimônio Histórico e Cultural (Epahc). Segundo Machado, é difícil acionar os donos, que residem em Montevidéu e têm escritório em Gravataí, fora da jurisdição de Porto Alegre. O Epahc teria aprovado vários projetos de restauração, mas os proprietários não executaram as obras. O comandante do 9º BPM, Carlos Roberto Bondan, afirmou que a BM faz rondas 24 horas.
Fonte: Correio do Povo