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Porto Alegre/RS – Promotora quer ações efetivas no viaduto

NotíciasRio Grande do Sul • 11 de março de 2010 por Silvana Losekann

Diante da depredação e do vandalismo no viaduto Otávio Rocha, o Ministério Público Estadual entrou com uma ação civil pública contra a Prefeitura de Porto Alegre. A expectativa, segundo a promotora Ana Marchezan, responsável pela ação encaminhada à 10 Vara da Fazenda Pública, é de que a administração adote medidas concretas e contínuas para proteger a área, que integra o patrimônio histórico da cidade. A prefeitura ainda não recebeu a notificação da ação.

Em caráter liminar, a promotora pede que o funcionamento das câmeras de monitoramento, que foram instaladas na parte superior do viaduto, seja acompanhado. Além disso, solicita que sejam designados guardas-municipais para a segurança do espaço 24 horas por dia. Segundo a promotora, a finalidade da ação é fazer com que a prefeitura desenvolva um projeto amplo de recuperação do Otávio Rocha. Ela lembrou que a primeira ação pública ocorreu em 2004, quando, após uma reforma, o viaduto passou a ser pichado. “Por ser um caso pontual, conseguimos reverter parcialmente os danos. Porém, depois disso, a situação começou a sair do controle e a depredação foi ficando cada vez maior”, avaliou.

De acordo com o presidente da Associação dos Moradores do Centro, Adacir Flores, o número de moradores de rua cresceu consideravelmente nos últimos meses. Para Flores, essa situação traz insegurança aos moradores, pedestres e lojistas do viaduto, já que são constantes os assaltos. O coordenador do programa Viva o Centro, da prefeitura, Glênio Bohrer, destacou que existem diversas ações e medidas que estão sendo adotadas para evitar a depredação do viaduto. Ele apontou que o funcionamento das câmeras de monitoramento permitiu a redução do vandalismo, principalmente em relação às luminárias, que eram frequentemente destruídas.

Bohrer lembrou que existe um grupo responsável pela discussão do projeto de revitalização total do Otávio Rocha. Porém, disse, não há previsão para o início dos trabalhos. “É um local complicado, pelas características específicas, por ser no coração do Centro e ser ocupado apenas por um grupo pequeno de lojistas. As ações ainda são poucas e não eliminam os problemas. Mesmo assim, há uma preocupação especial com o viaduto”, garantiu ele.

Entre as ações realizadas pela prefeitura no viaduto está a limpeza das escadarias, que é feita diariamente pelo DMLU. A maior parte das calhas também foi substituída, diminuindo os problemas de infiltração que existiam no local.

O Viaduto Otávio Rocha foi inaugurado em 1932, representando uma das grandes mudanças no Centro, já que fazia a separação da Borges de Medeiros e da Duque de Caxias. Desde 1988, a obra foi tombada pela prefeitura. Alguns anos depois, o viaduto também passou a integrar o patrimônio nacional.

Fonte: Correio do Povo

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Porto Alegre/RS – José Francisco Alves lança Livro

NotíciasRio Grande do Sul • 11 de março de 2010 por Silvana Losekann

O pesquisador e especialista em arte pública José Francisco Alves lança hoje, no StudioClio (José do Patrocínio, 698), o livro Fontes D’Art no/au Rio Grande do Sul. A obra apresenta o resultado de uma pesquisa desenvolvida desde 2003 sobre a origem e as características de esculturas e chafarizes criados na França e instalados em cidades gaúchas, como Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande. A edição, publicada em português e francês, traz ilustrações e fotografias das fontes, produzidas no século 19. O evento está marcado para as 19h30min e tem entrada franca.

Fonte: Zero Hora

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Porto Alegre/RS – Praça da Alfândega voltará a ser como na década de 30

NotíciasRio Grande do Sul • 11 de março de 2010 por Silvana Losekann

Nova etapa do Projeto Monumenta deixará o local cercado com os tapumes metálicos por 18 meses.

Desde o início da semana, tapumes de alumínio mudaram a paisagem da Praça da Alfândega, entre as ruas dos Andradas e a Sete de Setembro, próximo ao Rua da Praia Shopping.

O bloqueio esconde uma nova fase do Projeto Monumenta, que irá revitalizar a praça e outros locais históricos da Capital. Com um custo estimado em R$ 2,9 milhões, a ideia é retomar o clima nostálgico da Praça da Alfândega, deixando-a mais parecido com o estilo da década de 1930.

– É uma mudança global. A praça está voltando ao desenho da época. Vamos restaurar todo o ambiente, inclusive os monumentos – aponta Pedro Vargas, técnico do Monumenta.

Reforma prevê instalação de cafeterias e floriculturas

Segundo Vargas, a obra deve durar 18 meses e prevê a regularização do calçamento de pedra portuguesa, a reconstituição dos caminhos e canteiros da praça similares aos de 1920, o redesenho do chafariz, do espelho d’água e da iluminação cênica da estátua equestre de Marechal Osório.

– Há também a ideia de ter novos banheiros e pequenas lojas como cafeterias e floriculturas – detalha o técnico.

O chileno Arturo Javier Silva Dias, 50 anos, que trabalha há 24 vendendo artesanatos na praça, acredita que a revitalização deve servir como um chamariz para melhorar as vendas das peças de pedra e madeira que custam entre R$ 1 e R$ 70.

– Se a reforma é para algo melhor, vai beneficiar todos que trabalham no Centro. Trará segurança também – projeta o vendedor.

A exemplo do que ocorreu em agosto de 2009, quando palmeiras foram removidas da praça e transferidas para a frente do Margs e para a Avenida João Pessoa, o Monumenta dá mais um passo para a revitalização do Centro. O Cais do Porto e Avenida Sepúlveda serão outros pontos da cidade brindados com reformas.

Fonte: Zero Hora

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Itália faz acordo com Google para digitalizar um milhão de livros

InternacionalNotícias • 10 de março de 2010 por Silvana Losekann

A Itália e o Google firmaram nesta quarta-feira em Roma um acordo para digitalizar um milhão de livros pertencentes às bibliotecas públicas de Roma e Florença, entre eles obras clássicas de Dante e Petrarca. “O Google financiará a digitalização de tais obras e instalará um centro na Itália para sua realização”, indicou o famoso site de busca em um comunicado. “Trata-se do primeiro acordo que assinamos com um ministério de Cultura de um país”, indicou Nikesh Arora, chefe de vendas do Google, durante uma coletiva de imprensa. “É um acordo muito importante do ponto de vista político. A Itália se coloca na vanguarda neste setor com o desejo de enriquecer consideravelmente o patrimônio cultural gratuito na Internet”, assegurou o ministro italiano de Cultura, Sandro Bondi. Entre os livros que serão digitalizados figuram as obras completas de Dante, autor de “A Divina Comédia”, um dos textos mais importantes da literatura e considerado o “pai do idioma” italiano. Os livros poderão ser consultados na página Google Books. Também será levada para a Internet a obra do poeta humanista Petrarca, assim como as do erudito Giacomo Leopardi e do poeta e escritor Alessandro Manzoni. O Google disponibilizará também cópias digitalizadas de todas as obras nas bibliotecas, que poderão ser consultadas também por outros sites na Internet. Cerca de 285 mil libros já foram catalogados e traduzidos pelo Serviço Nacional de Bibliotecas (SBN), informou o Google. Entre os documentos escolhidos figuram obras raras da biblioteca de Florença, como tratados científicos do século XVIII e textos literários do séxulo XIX. Também poderão ser consultadas a obra de Galileu Galilei e antigos estudos de farmacologia que pertencem à biblioteca de Roma. AFP

Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/

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Goiás – Pirenópolis ganha novos espaços culturais

NacionalNotícias • 10 de março de 2010 por Silvana Losekann

A Agepel, juntamente com o Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional – Iphan e Prefeitura de Pirenópolis realizam hoje a inauguração do espaço Entroncamento Cultural. Vão ser três lançamentos na cidade histórica – restauração do Theatro de Pirenópolis, do Cine Pireneus e lançamento do Café e sala de exposição. O evento ocorre hoje às 20 horas na Praça dos Quintais em Pirenópolis.

Fonte: Goiás Agora

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Barra Funda/RS – Projeto Tafona em feira na USP

NotíciasRio Grande do Sul • 10 de março de 2010 por Silvana Losekann

Tafona de Eduardo Baruffi, em 1944, às margens do rio Gamba, em Novo Barreiro.

Um grupo de estudantes da Escola Estadual de Educação Básica Antônio João Zandoná, do município de Barra Funda, iniciou ontem sua participação na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, que se estende até sábado, na Universidade de São Paulo. Lá, será apresentado o projeto “Tafona: uma agroindústria do Centro-Norte do Rio Grande do Sul”, de autoria dos alunos Carolina Zandoná, Marcos Paulo Lausing e Mariana da Silva, com orientação da professora Candida Beatriz Rossetto.

Segundo a diretora da escola, Ligia Beatriz Zandoná Zamarchi, a pesquisa, realizada entre março e novembro de 2009, se refere à produção da farinha de mandioca na metade do século XX, bem como à sua decadência econômica. A atividade tafoneira, como é conhecida, foi introduzida pelos descendentes de italianos na região de Barra Funda e teve grande importância nas relações sociais de produção que se estabeleciam naquela época, no sistema de cooperação familiar e de geração de trabalho e renda para a comunidade. De acordo com os coordenadores do projeto, a intenção foi resgatar e registrar esta parte importante da história do município e da região como uma forma de manter viva a memória do povo.

Na pesquisa realizada em torno das tafonas, foram feitas entrevistas com cinco ex-tafoneiros de Barra Funda e de municípios vizinhos, por meio das quais os alunos puderam verificar a constituição dessas agroindústrias, como ocorria a produção da farinha de mandioca, o destino da mesma e as implicações sociais da atividade. Estas informações são o objeto da apresentação dos alunos em São Paulo. São parceiras na participação dos estudantes na Feira de Ciências e Engenharia a Prefeitura de Barra Funda, a empresa Águas Minerais Sarandi e a filial da Cotrisal no município.

Fonte: Correio do Povo

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Dom Pedrito/RS – Museu preserva história e cultura do município

NotíciasRio Grande do Sul • 10 de março de 2010 por Silvana Losekann

O Museu Paulo Firpo, fundado em 23 de abril de 1968 e aberto ao público em 1971, é a principal entidade de preservação da história e cultura de Dom Pedrito, na região Sudoeste do Estado. A iniciativa foi do memorialista Paulo Firpo, que doou sua coleção particular para iniciar o acervo da instituição.

No local são realizadas atividades variadas, como exposições, palestras, cursos e lançamentos de livros. O museu possui um acervo com peças de mobiliário, armas, artefatos têxteis, fotografias, jornais, livros, documentos e objetos tridimensionais. Reúne ainda mais de 200 livros de autores pedritenses, expostos a cada dois anos. Este ano a mostra ocorrerá em maio, junto com a Feira do Livro do município.

No prédio do museu, há também uma minibiblioteca e são realizados trabalhos de pesquisa para publicações. Recentemente foram lançadas duas obras, uma sobre a Santa Casa e outra sobre a Igreja Matriz Nossa Senhora do Patrocínio.

O Museu Paulo Firpo fica na rua Júlio de Castilhos, 1060, Centro. As visitas podem ser feitas de terça a sexta-feira, das 8h às 11h30min e das 13h às 16h30min. Aos sábados, funciona das 9h às 11h30min.

Fonte: Correio do Povo

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Obras no Complexo da Madeira-Mamoré serão concluídas no prazo

NacionalNotícias • 10 de março de 2010 por Silvana Losekann

Ainda este ano será concluída a segunda etapa da obra do complexo turístico da estrada de ferro Madeira-Mamoré, que está sendo construído pela Prefeitura de Porto Velho na orla da cidade. O novo espaço é parte integrante do macro projeto idealizado pelo prefeito Roberto Sobrinho, voltado à revitalização do centro histórico da capital. O secretário municipal de Desenvolvimento Social e Turismo de Porto Velho, José Carlos Monteiro Gadelha, lembra que a execução da obra, prevista para ser concluída em dois anos, sempre foi colocado como um desafio pelo prefeito, por se tratar de um resgate histórico.

A obra está sendo executada com recursos do Ministério do Turismo (primeira etapa) dos recursos oriundos das compensações da usina hidrelétrica de Santo Antônio (restante do projeto). Uma das condicionantes para a construção da usina foi a recuperação da estrada de ferro em toda a extensão da orla. O trabalho é coordenado por um Grupo de Trabalho criado pela prefeitura, pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan), pela Gerência Regional do Patrimônio da União (GPU) e pela a Santo Antônio Energia. “Essa é uma obra emblemática para nós porque a cidade nasceu no entorno do rio. Mas, por uma ironia, quando começou a crescer, Porto Velho virou de costas para a ferrovia. Isso fez com que o prefeito Sobrinho, idealizasse esse projeto que vai fazer com que a cidade se volte novamente para o rio, para o seu berço. Aí reside a importância desse complexo que tem um simbolismo muito grande para a população da capital”, considera o secretário.

Ganho

Por se tratar de um resgate histórico, José Gadelha lembra que a restauração do espaço sempre esteve no discurso das administrações anteriores, mas nunca houve vontade política para se colocar em prática qualquer ação. A falta de projetos concretos fez com que o centenário patrimônio, fosse deteriorando-se com o passar dos anos. Esse quadro só foi mudado com a posse do prefeito Roberto Sobrinho, em 2005. “Logo ao assumir o prefeito recomendou a elaboração de um projeto para termos em mão algo concreto para apresentarmos na hora de captação de recursos. E isso foi feito, tanto que fizemos o projeto sair do papel”, explica.

O secretário lembra também que a revitalização da estrada de ferro e da estação do Madeira-Mamoré, depois de concluída, integrará um projeto maior onde está contemplada a construção do Parque das Águas, na Baixa da União e de um porto na localidade do Cai N’água. “É um projeto de valorização de um espaço histórico da cidade. Porto Velho vai completar 100 anos e nunca teve um porto decente. A estrada de ferro também nunca teve um museu. O que existia antes era apenas um galpão com algumas peças. Agora não, o espaço contará com um museu que será construído dentro das normas técnicas exigidas, inclusive, com estudo museológico. Será uma obra moderna que levará em conta toda a questão histórica, cultural e ambiental da cidade. E Porto Velho passará ter um ganho muito grande com esse complexo, por possibilitará também, o fortalecimento do turismo na capital”, adianta José Gadelha.

Obra

Na primeira etapa da obra de revitalização do complexo Madeira-Mamoré, foram recuperados dois galpões da antiga estação. O Armazém I contará com espaço para oficinas de teatro, música, dança, artesanatos e pintura, além de uma praça de alimentação com a instalação de vários quiosques. No Armazém II funcionará um mini centro de convenções que poderá ser utilizado para eventos diversos e mais um teatro de arena do lado externo. A segunda fase do projeto que está em andamento prevê toda a urbanização do espaço, com a construção de um calçadão que vai desde a avenida 07 de Setembro até a João Alfredo, praça de alimentação, playground, pista para corrida, quadra poliesportiva, ciclovia e acesso diferenciado para pedestre e veículos. Numa etapa posterior, será trabalhada a recuperação da locomotiva e da estrada de ferro que voltará a funcionar fazendo o trajeto da estação até a igrejinha de Santo Antônio. “Essa é uma obra que deixará a cidade de Porto Velho mais bela. Será mais um atrativo turístico da capital”, frisa o secretário.

Fonte: Portal Rondônia

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Arqueólogos descobrem novo pedaço da Grande Muralha da China

InternacionalNotícias • 9 de março de 2010 por Silvana Losekann

Um novo lance da Grande Muralha da China foi achado na província chinesa de Henan (central), informou hoje a agência oficial “Xinhua”.

O trecho descoberto mede cerca de 140 quilômetros, dos quais 30 encontram-se em bom estado. Segundo o órgão encarregado do patrimônio cultural da província, a estrutura data do século II a.C., da era dos Estados Combatentes.

O muro em questão teria sido construído pelo Reino de Chu, um dos que, poucos anos depois, foi unificado com outros da região para a criação do primeiro império unido da China, durante a dinastia Qin.

A Grande Muralha propriamente dita foi erguida nesses anos, por ordem do primeiro imperador chinês, Qin Shihuang, unindo os lances que diversos reinos e tribos da região tinham construído desde o século VII a.C. para se defenderem de nômades do norte da Ásia.

Alguns dos trechos mais antigos ficam nas províncias de Henan e Hubei, centenas de quilômetros mais ao sul que as partes mais famosas e visitadas do monumento, em Pequim e em zonas próximas à atual Mongólia. EFE

Fonte: Último Segundo

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Lajeado/RS – Parque Histórico ganha mais um atrativo

NotíciasRio Grande do Sul • 9 de março de 2010 por Silvana Losekann

O Parque Histórico de Lajeado, inaugurado em 2002, vai ganhar um novo atrativo. No próximo dia 19, às 18h, acontecerá a inauguração do Café Colonial. Para a instalação do espaço gastronômico, será utilizado um dos prédios históricos integrantes do conjunto arquitetônico que reproduz uma aldeia do período da colonização do município e do Vale do Taquari. A fim de viabilizar o novo atrativo, a prefeitura firmou contrato de concessão para a exploração do serviço com a empresa Rosane de Almeida Lanches. Inicialmente, o atendimento ao público será nas sexta-feiras, sábados e domingos, com cardápio composto pela culinária alemã.

Além do Café Colonial, estará em funcionamento um restaurante no salão Troller, administrado pelo Centro de Cultura Alemã, que servirá almoços nos fins de semana. “Dessa maneira, o Parque Histórico ganha fortes atrativos para incentivar a visitação”, destaca o secretário municipal de Cultura e Turismo, Gerson Teixeira. Ele salienta que a intenção é oferecer outros espaços e eventos para atrair mais pessoas ao parque. “O local é um importante ponto turístico de Lajeado e do Vale do Taquari e precisamos fazer com que seja melhor aproveitado”, afirma.

O Parque Histórico é formado por um conjunto de edificações instaladas, com dimensões originais, no estilo enxaimel. Elas representam as construções dos primeiros colonizadores alemães do município. O conjunto forma uma autêntica aldeia-museu, que abrange uma escola, salão de baile, ferraria, moinho e outros prédios que identificavam uma região colonial da época dos pioneiros. Agora, além de seu valor histórico e cultural, o parque passa a ser um espaço para a realização de eventos de lazer e gastronomia.

Fonte: Correio do Povo

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