Imóvel tombado desabou e matou quatro pessoas nesta terça-feira. Órgão pretende também desapropriar prédios e retirar invasores.
O casarão histórico que desabou em Salvador foi o segundo em 30 dias. No desabamento desta terça-feira (17), quatro pessoas morreram e duas ficaram feridas. No dia 17 de julho, uma mulher morreu no desabamento de um prédio tombado.
Por lei, a obrigação de cuidar dos imóveis é dos donos. Porém, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão responsável pelo tombamento, anunciou uma ação emergencial: casarões em risco de desabamento serão escorados nos próximos meses. Em nota, o Iphan afirma que serão usados R$ 9 milhões nas obras de escoramento, que serão concluídas em cinco meses.
O governo da Bahia pretende desapropriar, no total, 111 imóveis tombados que correm risco de desabar, conforme dados de um levantamento feito pela Defesa Civil de Salvador. Invasores também serão retirados de imóveis ameaçados. O órgão diz ainda que pretende estudar projetos de recuperação dos imóveis.
Desabamentos frequentes
Nesta terça-feira, já amanhecia quando os bombeiros começaram a resgatar os corpos dos quatro catadores de papelão que morreram soterrados. O teto do casarão vizinho desabou junto com uma parede lateral e atingiu as ruínas de um sobrado, onde eles moravam. Outros três catadores conseguiram escapar. “Para eu esquecer disso aí, compadre, vai demorar muito”, diz o catador de papelão Jorge Almeida.
Documentário sobre uma das mais antigas construções de Bragança Paulista. O edifício construído originalmente como Teatro Carlos, tornou-se um marco educacional como Colégio São Luiz e depois seguiu servindo de palco para várias outras instituições educacionais, como o Colégio Técnico João Carrozo. Apesar das glórias, o edifício vive mais um período de decadência que ofusca sua importância para a cidade.
Valorizar a história do país e cuidar dos monumentos. É uma das metas do PAC das cidades históricas, que garante a proteção do patrimônio cultural brasileiro. Foi o assunto do programa Bom dia Ministro do dia 3 de agosto, que recebeu Juca Ferreira e Luiz Barreto.
Protestar é fundamental. Nesse caso, pela preservação do patrimônio histórico de Campinas, cabeças pensantes da cidade se reuniram em frente aos escombros de um velho casarão demolido na avenida Júlio de Mesquita.
O vídeo é do single de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, que não foi nem “Billie Jean”, nem “Beat it”, e sim a ecológica “Earth Song”, de 1996. A letra fala de desmatamento, sobre pesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão.
O detalhe: “Earth Song” nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta. Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe.
Vejam, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson.
Área tombada começa no emissário e vai até a Ponta da Praia. Praça das Bandeiras e a Fonte dos Sapos também estão protegidas.
O desenho dos jardins da orla de Santos, na Baixada Santista, foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat) do Estado de São Paulo. A área de 5.335 metros de extensão e 47 metros de largura fica entre a faixa de areia e a avenida, desde o emissário até a Ponta da Praia. Essa avenida muda de nome ao longo da orla. Perto do emissário, ela se chama Newton Prado e, na Ponta da Praia, Carlos de Campos.
Além dos jardins, também estão protegidas graças à resolução outras três construções: a Praça das Bandeiras com sua fonte, a Fonte dos Sapos e a marquise de desenho orgânico típico dos anos 1950.
O tombamento dá flexibilidade à Prefeitura de Santos para fazer a manutenção do espaço e a conservação da vegetação dos jardins.
Empresas de telefonia celular instalaram antenas gigantescas junto a uma capelinha histórica, cartão postal de uma cidade mineira. A população da pequena Dom Joaquim ficou revoltada.
Um casarão colonial, tombado pelo patrimônio histórico, está tirando o sono de operários, em Salvador. Os trabalhadores contratados para a reforma juram que o imóvel é mal assombrado.