Você está aqui:
Home »
Internacional
A Itália e o Google firmaram nesta quarta-feira em Roma um acordo para digitalizar um milhão de livros pertencentes às bibliotecas públicas de Roma e Florença, entre eles obras clássicas de Dante e Petrarca. “O Google financiará a digitalização de tais obras e instalará um centro na Itália para sua realização”, indicou o famoso site de busca em um comunicado. “Trata-se do primeiro acordo que assinamos com um ministério de Cultura de um país”, indicou Nikesh Arora, chefe de vendas do Google, durante uma coletiva de imprensa. “É um acordo muito importante do ponto de vista político. A Itália se coloca na vanguarda neste setor com o desejo de enriquecer consideravelmente o patrimônio cultural gratuito na Internet”, assegurou o ministro italiano de Cultura, Sandro Bondi. Entre os livros que serão digitalizados figuram as obras completas de Dante, autor de “A Divina Comédia”, um dos textos mais importantes da literatura e considerado o “pai do idioma” italiano. Os livros poderão ser consultados na página Google Books. Também será levada para a Internet a obra do poeta humanista Petrarca, assim como as do erudito Giacomo Leopardi e do poeta e escritor Alessandro Manzoni. O Google disponibilizará também cópias digitalizadas de todas as obras nas bibliotecas, que poderão ser consultadas também por outros sites na Internet. Cerca de 285 mil libros já foram catalogados e traduzidos pelo Serviço Nacional de Bibliotecas (SBN), informou o Google. Entre os documentos escolhidos figuram obras raras da biblioteca de Florença, como tratados científicos do século XVIII e textos literários do séxulo XIX. Também poderão ser consultadas a obra de Galileu Galilei e antigos estudos de farmacologia que pertencem à biblioteca de Roma. AFP
Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/
Um novo lance da Grande Muralha da China foi achado na província chinesa de Henan (central), informou hoje a agência oficial “Xinhua”.
O trecho descoberto mede cerca de 140 quilômetros, dos quais 30 encontram-se em bom estado. Segundo o órgão encarregado do patrimônio cultural da província, a estrutura data do século II a.C., da era dos Estados Combatentes.
O muro em questão teria sido construído pelo Reino de Chu, um dos que, poucos anos depois, foi unificado com outros da região para a criação do primeiro império unido da China, durante a dinastia Qin.
A Grande Muralha propriamente dita foi erguida nesses anos, por ordem do primeiro imperador chinês, Qin Shihuang, unindo os lances que diversos reinos e tribos da região tinham construído desde o século VII a.C. para se defenderem de nômades do norte da Ásia.
Alguns dos trechos mais antigos ficam nas províncias de Henan e Hubei, centenas de quilômetros mais ao sul que as partes mais famosas e visitadas do monumento, em Pequim e em zonas próximas à atual Mongólia. EFE
Fonte: Último Segundo
Um templo dedicado a Ehecatl (Deus do vento), parte da área sagrada da cidade asteca de Tenochtitlan e onde podem ter sido feitos sacrifícios humanos, foi encontrado debaixo de um estacionamento no centro histórico da capital mexicana.
Arqueólogos mexicanos fizeram a descoberta em dezembro passado na extinta cidade pré-hispânica, quando examinavam um prédio que até semanas atrás era o estacionamento de um hotel e onde os proprietários queriam fazer obras de ampliação.
“É uma das descobertas mais importantes dos últimos anos”, disse à AFP Raúl Barrera, diretor do Programa de Arqueologia Urbana do Museu do Templo Maior (centro religioso de Tenochtitlán) e chefe das escavações.
Atrás de um antigo portão de madeira verde, em uma movimentada rua da capital mexicana, um trator trabalhava abrindo um buraco no qual uma dezena de especialistas deixaram descoberta a parte traseira da estrutura circular, construída entre 1486 e 1512.
Semanas antes da descoberta, apenas um seleto grupo de pessoas teve acesso aos restos já descobertos de dois pilares superiores do templo, um deles quase intacto, assim como a base circular no centro da pirâmide, sobre a qual originalmente se erguia uma estrutura em forma cilíndrica.
De acordo com as referências históricas, este templo construído para adorar Ehecatl tinha 14 metros de diâmetro, um teto cônico de palha e uma entrada em forma de boca de serpente, relacionada ao deus Quetzalcoatl (’serpente emplumada’, na língua nahuatl).
No entanto, a parte frontal do templo não poderá voltar à superfície porque se encontra enterrada sob um prédio colonial contíguo que atualmente sedia o centro cultural Espanha, considerado patrimônio histórico.
“A forma circular se relaciona com o redemoinho e, na cosmovisão, é uma alegoria, mas sua forma arredondada permite que o vento circule”, acrescentou Barrera.
“As fontes históricas mencionam que neste edifício eram realizados sacrifícios humanos”, mas ainda não foram encontradas ossadas com marcas desta prática ou alguma representação em pintura que o confirme, afirmou Barrera ao visitar os trabalhos arqueológicos.
No número 16 da rua da Guatemala, onde foi feita a nova descoberta, se misturam pedras da construção do templo asteca, vestígios de um edifício colonial erguido no século XVI, que veio abaixo no grande terremoto de 1985, e materiais da construção que abrigou o estacionamento.
“Os restos do jogo de bola (mesoamericano) também estão sepultados na rua da Guatemala, muito perto daqui, e ao norte estariam os restos do edifício que foi o Calmecac”, a escola dos nobres astecas, explicou.
O templo de Ehecatl, relacionado com Tlaloc (Deus da chuva) e a agricultura, bem como o jogo de bola, vinculado à guerra, eram lugares sagrados para os astecas, que fundamentavam sua cultura nestas duas atividades.
O cenário neste pequeno prédio é uma amostra do que acontece em cerca de 250.000 metros quadrados do centro histórico da capital mexicana, onde convivem diferentes épocas da História, uma sobre a outra, com uma dezena de edificações subterrâneas que formavam o centro sagrado de Tenochtitlan. Da France Presse.
Fonte: G1

Os azulejos são uma imagem de marca do Porto que o Banco de Materiais (BM) da autarquia pretende preservar. Para isso, faz a sua recolha e conservação, cedendo-os depois a cidadãos que queiram cobrir falhas de fachadas.
A sua missão passa por recolher e dar materiais usados de forma generalizada nos edifícios da cidade, como os azulejos, gradeamentos de varandas, beirais, frisos, estátuas e placas toponímicas. Mas é para os azulejos de fachada, que devido às suas carac- terísticas permitem dar às ruas sombrias do Centro Histórico da cidade cor, brilho e alguma vida, que o BM está mais direcionado.
Para o director do Departamento Municipal de Museus e Património Cultural, em que está integrado o BM, “o azulejo faz parte da arquitectura do Porto, é uma imagem de marca da cidade”. Mário Brito entende que cabe a este banco “contribuir para a conservação desta característica identitária” do Porto.
“O BM guarda, actualmente, mais de 45 mil azulejos, de cerca de 800 estamparias diferentes”, afirmou Maria Augusta Marques, coordenadora do espaço criado há duas décadas.
Estes quadradinhos de cerâmica de duas até cinco cores diferentes chegam ao depósito pela mão de cidadãos comuns e pelos próprios serviços do urbanismo da Câmara do Porto, já sensibilizados para este elemento que constitui património da cidade.
Neste “hospital de azulejos” dois técnicos da autarquia passam os seus dias a limpar e restaurar, pacientemente, os azulejos que ali chegam. Júlio, que está naquele serviço há 18, foi aprendendo a gostar do que faz, considerando que a remoção delicada da argamassa é um trabalho “moroso e repetitivo”, mas que depois lhe “permite identificar pelas ruas da cidade” quais os azulejos em que já pegou e que estão armazenados no Banco.
A par da limpeza e conservação que é feita, há ainda um trabalho de identificação da proveniência de todos os exemplares que entram no BM, no âmbito da sua inventariação e do seu polo museológico. Podendo recorrer a este depósito para preencher pequenas falhas de antigas fachadas, o munícipe recebe também o aconselhamento dos técnicos do BM e dos serviços do urbanismo que recomendam o recurso a algumas empresas capazes de reproduzir os exemplares.
O BM está instalado num edifício de dois pisos, com cerca de 227 metros quadrados, anexo à Casa Tait.
Fonte: DN Portugal
Jerusalém (Reuters) – Israel anunciou neste domingo que quer incluir dois santuários judaicos na Cisjordânia em um plano nacional para recuperar 150 locais que são patrimônio histórico de judaicos e sionistas, causando críticas de palestinos.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse, por meio de comunicado, que a Tumba de Raquel, perto da cidade de Belém, e a Tumba dos Patriarcas, um local sagrado para muçulmanos e judeus na cidade de Hebron, fariam parte do plano.
Ele fez o anúncio durante um encontro especial de gabinete realizado em Tel Hai, uma região histórica no norte de Israel, onde judeus e árabes se enfrentaram em 1920.
A imprensa israelense informou que os dois locais, focos de disputa entre árabes e palestinos, foram incluídos no plano apenas depois de pressão de ministros nacionalistas na coalizão de direita do governo.
O Partido Fatah, do presidente palestino, Mahmoud Abbas, disse em comunicado que a decisão é uma tentativa do governo de Netanyahu de “destruir esforços internacionais que objetivam o retorno das negociações (de paz)”, que foram suspensas há um ano.
A Tumba de Raquel, que está localizada entre Jerusalém e Belém e é venerada pelos judeus como o túmulo da matriarca Raquel, e é guardada por soldados israelenses e rodeada por uma cerca.
A segurança israelense também é forte na Tumba dos Patriarcas, em Hebron, onde um colono judaico matou a tiros 29 muçulmanos em 1994, antes de ser espancado até a morte no local. Cerca de 400 colonos judeus vivem em enclaves fortemente vigiados na cidade, que também é lar de 150 mil palestinos.
“Essa violação em particular é especialmente perigosa, porque colocará um componente religioso no conflito, de uma forma que pode trazer perigosas consequências”, afirmou Ghassan Khatib, porta-voz do governo palestino em Ramallah. (Reportagem de Joseph Nasr, Tom Perry e Mustafa Abu Ganeyeh)
Fonte: G1
Desde o último fim de semana a Fundación por la Paz y la Amistad de los Pueblos está leiloando, via Internet, pertences de Juan Domingo Perón, recolhidos nos três períodos em que ele presidiu a Argentina. Entre os bens listados estão a biblioteca do governante, coleção de discos, roupas, objetos de uso pessoal, móveis, presentes recebidos de estadistas internacionais, equipamentos de trabalho, documentos e fotos. No total são 14 mil peças de forte conteúdo histórico, cultural, político e científico.

A previsão é de que 20 milhões de dólares (R$ 36 milhões) sejam arrecadados com a venda dos 41 lotes. Uma das peças mais caras do leilão eletrônico (R$ 75 mil) é a lápide da cadela Canela, animal de estimação do líder argentino e de sua terceira esposa, Maria Estela Martinez (Isabelita), durante o exílio do casal na Espanha. Entre os elementos relacionados aparecem vínculos com pessoas e instituições do mundo inteiro. Perón e Evita, sua carismática segunda esposa, detinham lembranças e objetos da própria Argentina, além da Espanha, Itália, França, China, Canadá, Índia, EUA, Rússia e Oriente Médio.
O secretário uruguaianense Vinícius Dela Pace relata que na sede da Fundação, em Paso de los Libres (AR), constatou a existência de parte do acervo que conta ainda com peças na Itália, Suíça e Espanha. Ainda conforme Dela Pace, com os recursos arrecadados por meio dos leilões a entidade continuará dando cumprimento ao desejo do casal Perón e Evita, de que todos os objetos que lhes pertenceram sirvam para desenvolver programas solidários e de ajuda humanitária.
Também há peças do primeiro casamento (1929) com Aurélia Tizón e do terceiro matrimônio com Isabelita. Pace destaca que no Brasil, nos próximos três meses, será instalada uma instituição, com a mesma finalidade da fundação librenha de promover intercâmbio binacional. Uruguaiana foi escolhida para sediar a instituição por ser a cidade brasileira mais identificada com Evita e Juan Perón. Em 21 de maio de 1947, o casal, ao lado do presidente do Brasil, General Eurico Gaspar Dutra, participou da inauguração da Ponte Internacional Agustín Justo-Presidente Getúlio Vargas, que liga Paso de los Libres a Uruguaiana. A obra uniu forças, recursos, materiais e, principalmente, as populações vizinhas que viviam separadas pelo rio Uruguai.

Mais detalhes sobre o processo de leilões e a estrutura da fundação podem ser obtidos pelo e-mail info@peronyevasolidarios.org.ar ou no site www.peronyevasolidarios.org.ar.
Fonte: Correio do Povo
Um dos mais famosos faraós do Egito, Tutancâmon sofria de uma deformação no pé esquerdo, que provavelmente o obrigava a usar uma bengala, tinha fenda palatina (uma espécie de perfuração no céu da boca) e, ao que tudo indica, morreu devido a complicações relacionadas a uma fratura na perna, agravadas pela malária.
As conclusões constam do mais amplo estudo sobre o faraó e sua família, feito por cientistas egípcios, alemães e italianos. A pesquisa, cujos resultados serão publicados hoje pela Revista da Associação Médica Americana, levou dois anos e incluiu exames de DNA e tomografias. No total, 16 múmias foram examinadas.
Tutancâmon não foi um faraó importante do antigo Egito – governou por apenas nove anos, de 1333 a.C até sua morte, em 1324 a.C –, mas ganhou fama no século 20 porque sua tumba estava praticamente intacta quando foi descoberta em 1922, pelo arqueólogo britânico Howard Carter. O faraó subiu ao trono com apenas 10 anos.
Egiptólogos especulam há décadas sobre os motivos de Tutancâmon ter morrido tão jovem, com apenas 18 ou 19 anos. Chegou-se a cogitar que tivesse sido assassinado, devido a um orifício no crânio. No entanto, uma tomografia feita em 2005 concluiu que o buraco provavelmente se devia ao processo de mumificação. O atual estudo também traçou uma árvore genealógica mais precisa de Tutancâmon e indica que ele era mesmo filho do faraó Akhenaton, que revolucionou o Egito antigo ao introduzir o monoteísmo – abandonado ao final de seu reinado.

Turistas observam a máscara funerária de Tutancâmon no museu do Cairo...

... acima, tomografia do crânio do faraó.
Fonte: Zero Hora
Por Nuno Miguel Henriques*
Portugal apresenta-se neste Século XXI como um país virado para o turismo cultural em alternativa a conceitos de turismo de sol e praia mais ou menos competitivos. O nosso país é uma nação de grandes tradições e raízes culturais, com um património riquíssimo e reconhecido a nível internacional. Mas existirá uma verdadeira política cultural em Portugal? A resposta é simples e categórica: não!
Não, porque, apesar de termos uma ministra da Cultura artista, a mesma não tem tido a força e a coragem necessárias para operar uma mudança séria nas estruturas de uma casa, já por si, pesada, cansada e, por que não dizer, viciada. Desde o chefe de gabinete aos directores-gerais, bem como chefias e coordenações intermédias, mantêm-se quase todos nas suas funções, fazendo a triste realidade da ausência de criação assente em bases estruturadas e sólidas de uma política cultural que vise os legítimos interesses daqueles que suportam o Ministério da Cultura: nós, os contribuintes.
Aliás, lamento a falta de coragem e audácia para se criar um ministério com carga política e orçamental para ir ao encontro do País e das populações. Esse Ministério do Turismo e da Cultura teria as tutelas suficientes para não se repetirem erros de programação e promoção de actividades e bens culturais e artísticos, numa perspectiva de deixar marca nas gerações vindouras e levar o nosso conhecimento, as artes, a literatura, os museus, as tradições e o património aos visitantes e potenciais turistas de todo o mundo.
A visão pequena das realidades, e a mania de reiterarmos a política do umbigo e do estarmos orgulhosamente sós, faz com que se tenha uma existência irrisória na mudança das gerações e o seu enriquecimento no que concerne aos ditos aspectos culturais. Olhemos alguns casos concretos. Por que será que os géneros artísticos com público não têm, usualmente, apoios do Estado? Por que será que, por sectarismos inconsequentes, o que é intelectualmente e altamente financiado é, na maior parte, um rol de projectos efémeros, onde é regra encontrarmos cadeiras vazias? Por que será que os grupos, as companhias e os artistas da Madeira e dos Açores não podem concorrer aos apoios do Ministério da Cultura?
Não estará o Governo actual a fazer um boicote a estes criadores, mesmo tendo uma ministra açoriana na pasta? Por que será que os programas de itinerância, apoiados pelo MC, têm critérios de selecção não compreensíveis e razoáveis na sua imparcialidade e execução? Por que será que não existe, como outrora, separação entre modelos e actores, entre profissionais e amadores? Por que será que acabaram com a carteira profissional, permitindo a qualquer curioso, pertencente a determinado lóbi da moda, ser protagonista e financiado pelo dinheiro dos portugueses? Por que será que os artistas continuam a ser desconsiderados entre os 30 e os 65 anos? Primeiro, os jovens talentos; depois, os homenageados. E onde ficam os adultos e os maduros?
É preciso ter força e coragem e dizer que a Cultura, em Portugal, precisa de um rumo, de uma mudança radical, sem hipotecar gerações com a ignorância e a distância entre criadores e público, têm de ser fomentados a imparcialidade e critérios lógicos e racionais na selecção de quem se apoia, caminhando para acabar com os subsídios e adoptando uma lógica de mercado livre e concorrencial, com iguais apoios em escalões idênticos de pares de criadores. É necessário e urgente reflectir, mas acima de tudo agir, com quem sabe, conhece, ama e sabe fazer com eficácia, diferença e para todos e em todo o território por igual. A Cultura, em Portugal, merece muito mais e melhor.
*Autor das Propostas Temáticas sobre “Cultura” nos congressos de 2007 e 2008 do PSD. Presidente do Conselho de Jurisdição da Distrital de Lisboa/AO. Director da Escola de Protocolo, Comunicação e Artes da Madeira.
Fonte: Jornal da Madeira
Da France Presse
A restauração do Coliseu de Roma, o monumento mais famoso da capital italiana, será concluída em 2011, data do 150º aniverário da Unificação da Itália – o processo histórico que levou à união de diversos Estados no século XIX.
“Para as comemorações vamos finalizar a restauração do Coliseu e cuidar da iluminação do Fórum Romano”, explicou o funcionário do ministério da Cultura, Francesco Giro.
O Fórum Romano será iluminado no dia 21 de abril de 2011 como uma homenagem ao nascimento de Roma.
Segundo a lenda, Romulo e Remo, que foram amamentados por uma loba, fundaram a Cidade Eterna no dia 21 de abril de 753 a.C.
As autoridades da capital, juntamente com o ministério da Cultura, consideram uma prioridade terminar a restauração do Coliseu, um dos locais mais visitados do mundo e exemplo da imponente arquitetura romana.
“Estamos trabalhando para obter fundos internacionais para financiar as obras”, explicou Giro.
O Coliseu fica próximo ao Fórum Romano, considerado o coração da cidade e o ponto de partida para o desenvolvimento da antiga civilização há mais de dois mil anos.
A área conta com importantes ruínas de edifícios públicos, monumentos sagrados, palácios, o célebre Senado e os chamados Fóruns Imperiais.
Os arquitetos do regime de Benito Mussolini, no início do século XX, retiraram a maior parte dos sedimentos medievais e barrocos e construíram uma estrada entre os Fóruns Imperiais e o Fórum central.
Fonte: G1
Página 1 de 15123456789»...Final »