Programa de Valorização do Patrimônio Cultural.
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21 de novembro de 2008 por Silvana Losekann
A polêmica que envolve o tombamento da Capela Positivista, na Avenida João Pessoa, em Porto Alegre, pode parar na Justiça. Isso porque o guardião da capela, Afranio Pedro Capelli, opõe-se ao tombamento e disse que, se for preciso, os positivistas irão à Justiça para manter a autonomia sobre o lugar.
– Há um erro de concepção do tombamento. Primeiro, porque religião é assunto de foro Ãntimo. Segundo, porque somos a favor da separação entre Estado e religião, por isso, não queremos dinheiro de impostos aqui, impostos que também são recolhidos de outras igrejas – diz.
A idéia de tombar o prédio como patrimônio histórico do Estado partiu da Associação dos Amigos da Capela Positivista de Porto Alegre (AACP-POA), criada especialmente para isso. Por enquanto, o projeto está nas mãos do Instituto do Patrimônio Histórico e ArtÃstico do Estado (Iphae), que finaliza a pesquisa sobre o imóvel. A tendência é que o Iphae seja favorável ao tombamento. Em seguida, a papelada será encaminhada à assessoria jurÃdica da Secretaria de Estado da Cultura, que continuará os trâmites oficiais.
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