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	<title>Defender - Defesa Civil do Patrimônio Histórico &#187; estudo</title>
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		<title>Incêndio no Instituto Butantan destrói exemplares de até 100 anos</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 20:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvana Losekann</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O incêndio que atingiu o laboratório de répteis do Instituto Butantan, na zona oeste de São Paulo, na manhã deste sábado (15), destruiu o acervo de animais mortos usados para pesquisa e estudo, entre as espécies haviam cobras, aranhas e escorpiões. Segundo a assessoria de imprensa, não havia nenhum animal vivo no prédio que foi mais atingido. Algumas espécies que foram destruídas estavam mantidas em formol há aproximadamente 100 anos.</p>
<p>Segundo Francisco Luis Franco, curador da coleção do Butantan e responsável pelo laboratório atingido, haviam aproximadamente 85 mil exemplares de animais para estudo no local.</p>
<p>O prédio conjugado ao laboratório de répteis comporta as espécies vivas, que foram retiradas durante o incêndio e não sofreram nenhum dano.</p>
<p>Questionada sobre as pesquisas de vacina, a assessoria afirma que estas não foram afetadas, já que são feitas a partir de animais vivos.</p>
<p>Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o fogo, que se iniciou por volta das 7h35 da manhã, foi controlado cerca de uma hora e meia depois. Não há registro de vítimas. Dez carros de bombeiros e 50 homens foram designados para o combate às chamas no Butantan. Uma perícia será feita no local e a previsão é de que o resultado seja divulgado em 30 dias.</p>
<p>O instituto vai ficar fechado para visitações até a próxima segunda-feira em decorrência do incêndio e afirmou ainda que o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, esteve pela manhã no Butantan, e solicitou ao diretor do instituto, Otávio Mercadante, que a instituição elabore imediatamente um projeto para a recuperação do prédio.</p>
<p>Fundado em 1901, o Instituto Butantan e é um centro de pesquisa biomédica, vinculado à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. O órgão é responsável pela produção de soros e vacinas consumidos no Brasil.</p>
<p><strong>Leia a íntegra da nota divulgada pelo instituto:</strong></p>
<p><em>&#8220;O Instituto Butantan informa que neste sábado, 15 de maio, um incêndio atingiu o Prédio das Coleções, onde ficam espécies de répteis, artrópodos e quelônios. O fogo foi notado por volta de 7h45. Imediatamente os seguranças do instituto acionaram o Corpo de Bombeiros, que chegou em menos de 10 minutos.</em></p>
<p><em>Segundo informações preliminares prestadas pelos Bombeiros, não havia no prédio qualquer problema relacionado às instalações que possa ter originado o incêndio.</em></p>
<p><em>O Butantan irá aguardar, entretanto, as investigações da perícia técnica sobre as causas desta ocorrência. Assim que o prédio for liberado pela perícia, o Instituto Butantan irá iniciar o levantamento sobre a perda da coleção.</em></p>
<p><em>O secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, esteve pela manhã no Butantan, e conversou com o diretor do instituto, Otávio Mercadante. Ele solicitou que a instituição elabore imediatamente um projeto para a recuperação do prédio.</em></p>
<p><em>A Secretaria de Estado da Saúde já se colocou à inteira disposição do Butantan para recuperar o local.</em></p>
<p><em>Em razão do incêndio, o Instituto Butantan permanecerá fechado neste sábado e domingo, reabrindo para a visitação do público na segunda-feira, dia 17, exceção feita aos museus, que rotineiramente ficam fechados às segundas.</em></p>
<p><em>O Butantan agradece todo o apoio e a solidariedade prestados pela população e seus funcionários ao longo das últimas horas.&#8221;</em></p>
<p><em>*Com informações da Folha Online</em></p>
<p><a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/05/15/incendio-no-instituto-butantan-destroi-exemplares-de-ate-100-anos.jhtm" target="_blank">Fonte original da notícia</a></p>
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		<title>Pesquisa mostra cotidiano dos mineiros no século 19</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 13:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvana Losekann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudo revela existência dos primeiros grupos de autônomos e assalariados. Uma agremiação unida por laços de parentesco, sem deixar de lado a inserção produtiva. Nesse contexto, o núcleo familiar cresce não apenas pelo número de filhos, mas pelo de escravos, de hectares de terras e outros bens, numa união harmoniosa com os negócios. Não há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img src="http://imgs.uai.com.br/arquivos/app/noticia173/2009/12/26/141561/20091226094207671640u.jpg" alt="" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Obra de Debret expressa os usos e costumes dos núcleos familiares do Brasil nas primeiras décadas do século 19, em que os negócios fazem parte das relações de sangue.</p></div>
<p><strong>Estudo revela existência dos primeiros grupos de autônomos e assalariados.</strong></p>
<p>Uma agremiação unida por laços de parentesco, sem deixar de lado a inserção produtiva. Nesse contexto, o núcleo familiar cresce não apenas pelo número de filhos, mas pelo de escravos, de hectares de terras e outros bens, numa união harmoniosa com os negócios. Não há distinção entre pessoas consanguíneas e agregados, todos pertencem ao mesmo grupo e vivem sob o mesmo teto. O conceito das famílias mineiras do século 19 é um modelo que reproduz os costumes de um Brasil que saía dos domínios do imperador dom Pedro I, nos primeiros meses de 1831, para entrar no governo provisório da Regência até 1840, quando dom Pedro II completou a maioridade. Esse universo está retratado na tese de doutorado “O trabalho do fogo: perfis de domicílios enquanto unidades de produção e reprodução na Minas Gerais oitocentista”, do pesquisador Mário Rodarte, pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais (Cedeplar/UFMG).</p>
<p>O estudo, que ganhou o título de melhor tese da universidade este ano na área de ciências sociais, foi concluído depois de 15 anos debruçado sobre livros e documentos da época, guardados no acervo do Arquivo Público Mineiro, no Bairro Funcionários, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. A pesquisa foi feita com base nos manuscritos do censo de 1831, ordenado pelo então presidente da província de Minas Gerais, Manuel Inácio de Melo e Sousa, o Barão de Pontal, que ocupou o cargo até 1833. Ao todo, 313 localidades foram recenseadas. A amostragem é maior nas regiões de Ouro Preto (Central do estado) e Sul de Minas, onde estava a concentração demográfica.</p>
<p>A carta do presidente da província obrigando os distritos a fazerem a investigação dos seus moradores também apresentava um padrão a ser seguido. As pessoas da casa eram listadas nominalmente, começando pelo chefe do domicílio (na época chamado de “fogo”). Ao lado de cada nome constam ainda a idade, a cor, o estado civil, a condição social (se escravo ou livre) e a ocupação. No fim da década de 1830, era creditado ainda se a pessoa sabia ou não ler. Os documentos do Arquivo Público dão conta de 84.810 famílias – mais de 500 mil pessoas, que representavam 10% da população brasileira (5 milhões de habitantes). É o maior banco de dados desse período. Mário Rodarte aponta algumas hipóteses para o censo não contemplar todos os moradores de Minas (848 mil). “Ou alguns distritos não obedeceram à determinação do chefe da província ou os documentos se perderam com o passar dos anos”, afirma.</p>
<p>A tese definiu quatro tipos emblemáticos de famílias do século 19. Dois deles, os escravistas e os camponeses, são velhos conhecidos da história. Os outros surpreenderam, pois são considerados inexistentes ou tratados de forma marginal pela literatura: os autônomos urbanos, que se destacam como uma alternativa ao modelo patriarcal, uma vez que o chefe da casa era, normalmente, a mulher (fiadeiras ou tecedeiras); e os assalariados. “Essas são as grandes novidades, principalmente os assalariados. Eles só são considerados a partir da imigração europeia, depois da abolição da escravatura (1888) e com o início da industrialização em São Paulo. Embora em percentual pequeno, detectamos esses trabalhadores pelo menos 40 anos antes”, ressalta Mário Rodarte. “É importante destacar ainda que esse grupo foge do perfil comum da família assalariada, ou seja, urbana e empregada na indústria. Nos anos de 1800, é rural e trabalha na pecuária, pois um escravo como vaqueiro era um risco, uma vez que a criação de gado, no modelo extensivo, favorecia a fuga dele”, diz.</p>
<p>De acordo com o censo de 1831, a maior parte da população mineira era constituída por camponeses (24,3%), seguidos dos escravistas (21,6%), autônomos (12,5%) e os assalariados (4,7%). Outros 29,2% não puderam ser classificados entre as quatro variações e são considerados tipos mistos. Entre eles, o núcleo consanguíneo era formado, em média, por cinco pessoas, segundo o pesquisador. O estudo quebra o mito das famílias numerosas. Rodarte explica que havia, sim, muitas pessoas, mas agregados e empregados, pois a alta fecundidade era compensada pela elevada mortalidade.</p>
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		<title>Arte em vidro e luz</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 13:19:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvana Losekann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Serão apresentados hoje, aqui na Capital, os resultados do projeto Estudo do Patrimônio de Vitrais Produzidos em Porto Alegre no Período 1920-1980. Dedicada à recuperação da memória dessa arte e seu desenvolvimento histórico e tecnológico, a iniciativa é da Cúria Metropolitana de Porto Alegre e conta com o patrocínio da Petrobras. O evento no Memorial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/6685216.jpg" alt="" width="224" height="300" /></p>
<p>Serão apresentados hoje, aqui na Capital, os resultados do projeto Estudo do Patrimônio de Vitrais Produzidos em Porto Alegre no Período 1920-1980. Dedicada à recuperação da memória dessa arte e seu desenvolvimento histórico e tecnológico, a iniciativa é da Cúria Metropolitana de Porto Alegre e conta com o patrocínio da Petrobras.</p>
<p>O evento no Memorial do Rio Grande do Sul, às 19h, inclui o lançamento de um CD com o trabalho realizado pela arquiteta gaúcha Mariana Gaelzer Wertheimer. O estudo identificou e analisou vitrais localizados em igrejas e instituições públicas como os das fotos aí, produzidos na cidade durante sete décadas – o Rio Grande do Sul é considerado um importante polo nacional na manufatura de vitrais.</p>
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		<title>Bosque escolar proporciona estudo e conscientização</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 21:00:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Escola Estadual de Educação Básica Santos Dumont &#8211; Polivalente, de Santa Rosa, desenvolve projeto de identificação da flora nativa. O bosque escolar, com mais de 300 árvores, tornou-se objeto de estudo dos alunos. Desde 2005, quando teve início o EcoPoli, eles identificaram 240 delas, de 58 espécies distintas. O estudo do meio ambiente instiga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.correiodopovo.com.br/jornal/A113/N357/Imagens/16SANTA9.jpg" alt="" width="250" height="171" /></p>
<p>A Escola Estadual de Educação Básica Santos Dumont &#8211; Polivalente, de Santa Rosa, desenvolve projeto de identificação da flora nativa. O bosque escolar, com mais de 300 árvores, tornou-se objeto de estudo dos alunos. Desde 2005, quando teve início o EcoPoli, eles identificaram 240 delas, de 58 espécies distintas.<br />
O estudo do meio ambiente instiga o aluno a interessar-se pelo tema e, ao mesmo tempo, cria uma conscientização de preservação, explica a professora Lúcia Zottis. A teoria é passada em sala de aula, e o bosque proporciona o conhecimento prático. Os alunos aprendem a conhecer espécies, com a preocupação do cuidado ambiental sempre presente.</p>
<p>Turmas do 2º e 3º ano do ensino médio participaram, nos últimos três anos, de atividades de identificação, confecção e fixação das placas, pesquisa sobre cada espécie e sistematização em sala de aula. Em junho deste ano, alunos do 3º ano relataram a experiência em evento científico na Unijuí, em Santa Rosa. &#8216;Além de trabalhar a teoria e a prática juntas, aproveitamos a biodiversidade vegetal que temos na escola para realizar este trabalho&#8217;, enfatiza Lúcia. &#8216;Devemos não só preservar, mas ter um acompanhamento de atividades que defendam o meio ambiente. O projeto é uma experiência muito produtiva&#8217;, avalia a estudante Fernanda Winck, do 3º ano.</p>
<p>O processo de identificação das árvores foi finalizado no primeiro semestre de 2008 e teve a participação do engenheiro florestal Émerson Sichinel. Conforme a professora Lúcia, a intenção agora é ampliar as aulas práticas no bosque, para que os alunos conheçam mais de perto os tipos de vegetais existentes na escola.</p>
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