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	<title>Defender - Defesa Civil do Patrimônio Histórico &#187; casa de cultura de venâncio aires</title>
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		<title>Apoio para revitalização da Casa de Cultura</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 15:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvana Losekann</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><img src="http://multimidia.correiodopovo.com.br/thumb.aspx?Caminho=multimidia/2009/12/12/33693.JPG&amp;Tamanho=480&amp;HW=1" alt="" width="400" height="290" /><p class="wp-caption-text">Campanha visa modernizar o museu de Venâncio Aires, que preserva desde vestido de noiva preto até instrumentos. </p></div>
<p>O Núcleo de Cultura de Venâncio Aires (Nuvca) desenvolve campanha com o objetivo de obter ajuda para a modernização da estrutura e do inventário do museu da cidade. As doações não irão interferir nas despesas do orçamento familiar ou das empresas, pois o valor poderá ser abatido do Imposto de Renda. O projeto Revitalização da Casa de Cultura de Venâncio Aires obteve aprovação do Ministério da Cultura, com a publicação da portaria no Diário Oficial da União em outubro deste ano.</p>
<p>O plano prevê a qualificação do trabalho da Casa de Cultura de Venâncio Aires, mantenedora do museu, com a modernização da catalogação, informatização e acondicionamento dos acervos museológico, com 8 mil objetos, e arquivístico, com 5 mil peças. O valor do projeto é de R$ 378,9 mil. Qualquer contribuinte que pague IR pode colaborar com a entidade. A pessoa física ou jurídica deve entrar em contato com a Casa de Cultura para receber o número da conta, aberta pelo governo e específica do projeto. O valor doado, correspondente a até 4% do Imposto de Renda devido, quando for empresa, e até 6%, quando for pessoa física, pode ser descontado de forma integral do total a ser pago na declaração.</p>
<p>Após o depósito, o doador fica com um recibo específico do Ministério da Cultura, que deverá ser anexado à declaração e ao valor descontado. A diretora técnica da Casa de Cultura, Angelita da Rosa, afirma que o procedimento é seguro e certo. Ela ressalta que as doações feitas até 28 deste mês já podem ser abatidas na próxima declaração.</p>
<p>O acervo do museu cresceu consideravelmente nos últimos anos com novas doações. A diretora técnica diz que o governo exige que as ações de revitalização se iniciem apenas com a captação de 20% do total previsto para o projeto. A primeira fase constitui a contratação de recursos humanos para o trabalho com os acervos e aquisição de material de consumo. A segunda parte compreende a instrumentalização da entidade com equipamento de informática adequado.</p>
<p>As estratégias de ação do projeto compreendem mais quatro fases: realização de um diagnóstico dos acervos da Casa de Cultura; trabalho de inventário, catalogação e informatização dos acervos; conservação preventiva através da realização de processos de higienização e acondicionamento físico do material; e produção de material de divulgação, mostrando à comunidade o produto cultural fruto do projeto. Informações sobre as doações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3741-5713.</p>
<p>A mobilização para a preservação do patrimônio histórico e o desenvolvimento da cultura em Venâncio Aires não é novidade nos últimos anos. O museu foi fundado em 26 de outubro de 1994 com o apoio da comunidade, que doou milhares de objetos. As exposições são promovidas na Casa de Cultura, que funciona no Edifício Storck, construído pelo arquiteto Simão Gramlich, a partir de 1929, em estilo europeu. O prédio foi escolhido para ser sede do museu com o lançamento de uma campanha comunitária para sua aquisição, em dezembro de 1994, por 500 mil dólares, ao câmbio da época. A comunidade foi mobilizada e passou a contribuir com pequenas doações mensais, por meio de débitos em suas contas bancárias. O governo do Estado participou com verba de R$ 200 mil. A quitação ocorreu em 27 de abril de 1998.</p>
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		<title>Inventário vai relacionar os prédios históricos</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 13:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvana Losekann</dc:creator>
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<p>O Núcleo de Cultura de Venâncio Aires (Nucva) pretende tornar a demolição do prédio na área central da cidade conhecido como Castelinho, há duas semanas, um divisor na preservação do patrimônio arquitetônico do município. O presidente da entidade, Flávio Seibt, começou a articular com a Secretaria de Cultura a execução de um inventário sobre todas as construções consideradas de valor histórico e referenciais, tanto na área urbana como no interior.</p>
<p>O presidente do Nucva teve um encontro na semana passada com o prefeito Airton Artus, o vice Giovane Wickert e a secretária da Cultura, Cleiva Heck. O primeiro passo para o levantamento dos prédios com importância arquitetônica será a nomeação da comissão para a execução do trabalho, por meio de decreto do prefeito. Na segunda-feira, Seibt ocupou a tribuna da Câmara de Vereadores com o objetivo de obter apoio para evitar a destruição de construções que caracterizam a identidade local. Ele também fez contato com um arquiteto do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em Porto Alegre, para assessorar a execução do inventário.</p>
<p>A secretária da Cultura afirma que o setor começou no início do ano o trabalho de mapeamento dos prédios antigos no município. Mas explica que a ação foi interrompida devido à falta de conhecimento da população. “Muitas pessoas nos procuravam para questionar quanto a Prefeitura iria pagar pelas casas. Isso nos assustou um pouco diante da falta de informação”, diz. Observa que a comunidade precisa ter consciência sobre a importância da preservação. A definição da comissão encarregada pelo levantamento deve ocorrer hoje durante reunião na Prefeitura, às 15h30. Cleiva Heck afirma que há um cadastro de prédios antigos que pode servir de referencial para começar a execução do inventário.</p>
<p>O levantamento do patrimônio não possui prazo para a finalização. Flávio Seibt adianta que o trabalho levará bastante tempo devido à necessidade de interação com a comunidade, com a pesquisa de dados históricos de cada local. “Venâncio Aires já perdeu vários prédios importantes e queremos evitar que a história vá se esvaindo nas mãos da população”, diz Seibt.</p>
<p><strong>Conscientização</strong></p>
<p>A ideia é fazer um catálogo dos prédios com o objetivo de protegê-los com a ajuda dos proprietários. “A população precisa entender que a Prefeitura não vai adquirir as construções ou investir em obras”, explica Seibt. Afirma que uma das sugestões, após a conclusão da listagem, é incentivar os donos com a não obrigatoriedade do pagamento do IPTU. O presidente do Nucva afirma que a intenção é realizar um trabalho de conscientização com os moradores para mostrar a importância das construções mais antigas que ainda existem no município.</p>
<p>A ação deverá ser semelhante ao trabalho de educação patrimonial desenvolvido pelo Nucva na vila histórica de Santo Amaro do Sul, no município vizinho de General Câmara. “O que importa não é ser igual a todas as cidades, mas preservar as características de Venâncio Aires”, defende.</p>
<p><strong>Destruição surpreende a comunidade</strong></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><img src="http://gazeta.via.com.br/arquivos/conteudos/117236.jpg?ts=1248958033" alt="CASA de Cultura, no Edifício Storck, atualmente é o único prédio tombado." width="240" height="180" /><p class="wp-caption-text">Casa de Cultura, no Edifício Storck, atualmente é o único prédio tombado.</p></div>
<p>Na manifestação na tribuna da Câmara esta semana, o presidente do Nucva, Flávio Seibt solicitou que todos os cidadãos abram os olhos para aquilo que existe de bonito no município, pois a preservação é uma responsabilidade coletiva. “O dia 17 de julho é a data que perdemos o Castelinho. Tenho muita pena de quem mandou fazer isso, pois no futuro ele pode ter um neto arquiteto que, ao ver a foto do prédio, irá questionar quem mandou fazer isso”, disse o presidente do Nucva. “Este prédio será um marco para que não ocorram mais demolições. A própria comunidade vai indicar as construções que são importantes ao entender que não se trata de um estorvo”, acrescenta.</p>
<p>O dirigente do Nucva disse que a demolição do Castelinho, na Rua Júlio de Castilhos, pegou todos de surpresa e a comunidade ficou chocada com a medida. “Como era uma propriedade particular, achávamos que estava segura. Mas, para nossa surpresa, não estava”, afirma. Explica que o prédio formava com a Igreja Matriz São Sebastião Mártir e o Edifício Storck – sede da Casa de Cultura e onde funciona o Nucva e abriga o museu do município – um conjunto dos três prédios mais belos e importantes na arquitetura diferenciada da cidade.</p>
<p>Seibt afirma que a destruição do Castelinho ocorreu de forma relâmpago e quando a Prefeitura recebeu o alerta a situação era praticamente irreversível. Explica que não há dados exatos sobre o ano de construção do prédio, que serviu de residência, restaurante, comitê político e para outras atividades. “Não houve oportunidade de pesquisar os dados, mas a obra deve ser contemporânea da Igreja Matriz e do Edifício Storck”, diz. O lançamento da pedra angular do templo, o segundo maior em estilo neogótico da América Latina, ocorreu em 1929 e a obra levou 33 anos, com a participação da comunidade. O atual prédio da Casa de Cultura foi construído em 1929 pelo arquiteto alemão Simão Gramlich e hoje é o único prédio tombado no município.</p>
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		<title>Chimarrão com gosto de cultura</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 13:47:35 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Entidade solicitará ao Iphan o registro da bebida como bem imaterial.</strong></p>
<p>O chimarrão que a médica Janine Cavagnoli, 38 anos, passava para sua irmã, a dentista Denise, 36 anos, em uma descontraída roda de amigos, na manhã de ontem, na Capital, pode ganhar uma maior relevância cultural.</p>
<p>Um projeto para tornar a bebida gaúcha um patrimônio imaterial está em fase final de pesquisa e deve ser encaminhado até junho para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>Sob o título O Patrimônio Imaterial do Chimarrão: o Chá da Amizade, o projeto está sendo executado pela organização não-governamental (ONG) Núcleo Cultural de Venâncio Aires, presidida pelo médico Flávio Luiz Seibt. Apesar de ser uma das mais fortes tradições da cultura gaúcha, o reconhecimento pelo Iphan resultaria na preservação da história da bebida.</p>
<p>– Os bens imateriais mudam pela sua evolução. Poucos sabem como era o processo antigo de transformação da erva-mate. O registro irá proteger o que hoje ainda está na memória de alguns – explica Angelita da Rosa, diretora técnica da Casa de Cultura de Venâncio Aires, que tem a ONG como mantenedora.</p>
<p>Atualmente, a Região Sul não tem nenhum bem imaterial registrado no órgão – ao contrário de Estados nordestinos. Nem o churrasco ostenta esse título.</p>
<p>Segundo Luiz Fernando de Almeida, presidente do Iphan, a atual lista de bens imateriais registrados – 15, no total – não representa a diversidade da produção cultural brasileira, por ser um processo novo. Do Rio Grande do Sul, ele cita ainda pesquisas sobre o artesanato em madeira dos índios guaranis, das Missões, e o talian, dialeto falado pelos descendentes de italianos na serra gaúcha.</p>
<p>Sobre o chimarrão, o estudo foi aprovado pelo Ministério da Cultura e conta com patrocínio da Petrobras Cultural, pela Lei Rouanet, desde 2007.</p>
<p>– Além do dossiê que enviaremos ao Iphan, lançaremos um livreto, um DVD, um CD-ROM e um livro – planeja Angelita.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/6305003.jpg" alt="" width="400" height="249" /></p>
<p>Foi com uma cuia na mão que as amigas Claudia Marnatti, 29 anos, e Bibiana Lima, 26 anos, apresentaram Porto Alegre à amiga Rosimeiri De Bem Silva, 30 anos, de São Paulo. A administradora de materiais aprovou:</p>
<p>– Achei muito legal. É algo bem natural e que aproxima as pessoas, uma desculpa para encontrar os amigos.</p>
<p><strong>Saiba mais</strong></p>
<p><strong>O que é Patrimônio Imaterial</strong><br />
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) define como Patrimônio Cultural Imaterial “as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas – com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados – que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural.” O Patrimônio Imaterial é transmitido pelas gerações e constantemente recriado.</p>
<p><strong>Alguns bens registrados no Brasil</strong><br />
Círio de Nossa Senhora de Nazaré<br />
Samba de Roda do Recôncavo Baiano<br />
Modo de Fazer Viola-de-Cocho<br />
Ofício das Baianas de Acarajé<br />
Feira de Caruaru<br />
Frevo<br />
Tambor de Crioula<br />
Matrizes do Samba no Rio de Janeiro<br />
Roda de Capoeira e Ofício dos Mestres de Capoeira<br />
Fonte: Fonte: www.iphan.gov.br</p>
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