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	<title>Defender - Defesa Civil do Patrimônio Histórico &#187; amazônia</title>
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		<title>Mapeadas áreas para conservação de aves</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 11:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvana Losekann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um grupo de mais de 60 pesquisadores mapeou todo o Brasil e chegou à conclusão de que existem 237 áreas importantes para a conservação de aves no país. Ao somar as áreas, chega-se a 94 milhões de hectares, o equivalente a 11% do território nacional. Desse total, 163 áreas estão no bioma da Mata Atlântica. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de mais de 60 pesquisadores mapeou todo o Brasil e chegou à conclusão de que existem 237 áreas importantes para a conservação de aves no país. Ao somar as áreas, chega-se a 94 milhões de hectares, o equivalente a 11% do território nacional.</p>
<p>Desse total, 163 áreas estão no bioma da Mata Atlântica. Na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal juntos, o número é de 74 áreas relevantes para a preservação das aves.</p>
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		<title>Arqueologia resgata história de forte abandonado em Rondônia</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 17:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvana Losekann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Forte Príncipe da Beira servia para guardar fronteira do Brasil. Inaugurado em 1783, ficou sem uso durante a maior parte do século XX. Abandonado por décadas, o Real Forte Príncipe da Beira, um dos marcos mais monumentais da ocupação portuguesa na Amazônia está sendo estudado por arqueólogos para ser restaurado e, quem sabe, virar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 486px"><img class=" " src="http://g1.globo.com/Amazonia/foto/0,,34920417-FMM,00.jpg" alt="" width="476" height="238" /><p class="wp-caption-text">A praça interna do forte tem cerca de 10 mil metros quadrados de área.</p></div>
<p>Forte Príncipe da Beira servia para guardar fronteira do Brasil. Inaugurado em 1783, ficou sem uso durante a maior parte do século XX.</p>
<p>Abandonado por décadas, o Real Forte Príncipe da Beira, um dos marcos mais monumentais da ocupação portuguesa na Amazônia está sendo estudado por arqueólogos para ser restaurado e, quem sabe, virar uma importante atração turística da região amazônica.</p>
<p>Projetada pelo arquiteto italiano Domingos Sambucetti, que morreu de malária durante a obra, a construção está localizada às margens do Rio Guaporé, na fronteira do Brasil com a Bolívia, no município de Costa Marques (RO). A função do forte inaugurado em 1783 era guardar os limites entre os impérios português e espanhol. Quando a ocupação da região já estava consolidada, perdeu sua função e acabou abandonado.</p>
<p>Agora, um projeto de recuperação de fortificações do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) está permitindo conhecer melhor como era a vida dos ocupantes do Príncipe da Beira. Mais de 40 mil peças já foram encontradas nas escavações da parte interna do forte. “Há muitos restos de fardamentos, insígnias militares. Encontramos 2.200 balas de canhão”, relata Fernando Marques, arqueólogo do Museu Paraense Emílio Goeldi que desde o ano passado desenvolve trabalho de campo no sítio.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 486px"><img class=" " src="http://g1.globo.com/Amazonia/foto/0,,34920423-FMM,00.jpg" alt="" width="476" height="339" /><p class="wp-caption-text">Para identificar o local em que cada objeto é encontrado, os arqueólogos dividem o sítio em quadrantes. Os da foto têm 2m por 2m.</p></div>
<p>Um dos aspectos interessantes do material recolhido no trabalho de recuperação é a evidência da integração dos militares com a população da região. Nas escavações foram encontradas “louças europeias misturadas com cerâmicas nativas&#8221;, segundo relata Marques. “Dentro do espaço do forte havia capela, hospital, boticário, costureiros. E, ao lado dele, foram surgindo comunidades”, descreve o arqueólogo. Segundo ele, suas instalações permitiam dar abrigo a cem soldados.</p>
<p>A área central onde grande parte dos objetos foram encontrados é um quadrado  com 10 mil metros quadrados de área. A frente externa do forte tem 250 metros. A imponência da construção não chegou a ter emprego em batalha, já que o forte nunca esteve envolvido em combate.</p>
<p>Segundo Marques, a restauração do forte deve demorar mais dois ou três anos. Então, estará pronto para visitação turística. Como a construção fica num local isolado, a cerca de 800 km da capital Porto Velho, uma opção para atrair visitantes será incluí-lo em roteiros de turismo ambiental pela região.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 486px"><img class=" " src="http://g1.globo.com/Amazonia/foto/0,,34920419-FMM,00.jpg" alt="" width="476" height="339" /><p class="wp-caption-text">Pedaços de cerâmica encontrados na parte interna do forte.</p></div>
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		<title>O chamado da Samauma</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 16:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvana Losekann</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yy9zDlNP0TY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/yy9zDlNP0TY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Artesanato, uma fonte sustentável de renda</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 12:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvana Losekann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A história do artesanato está vinculada à própria história do homem, pois a necessidade de produzir objetos utilitários para a sobrevivência, e até mesmo adornos pessoais, motivou a sua capacidade criativa e produtiva. Os primeiros artesãos surgiram no período neolítico (6.000 a.C) quando o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a cerâmica e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.amazonview.net/adm/imgeditor/Image/Conteudo%20da%20revista/view88/cultura%20e%20historia/artesanato_01.jpg" alt="" width="230" height="170" /></p>
<p>A história do artesanato está vinculada à própria história do homem, pois a necessidade de produzir objetos utilitários para a sobrevivência, e até mesmo adornos pessoais, motivou a sua capacidade criativa e produtiva. Os primeiros artesãos surgiram no período neolítico (6.000 a.C) quando o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a cerâmica e a tecer fibras animais e vegetais. O artesanato brasileiro também surgiu neste período, utilizando a pintura com pigmentos naturais; depois veio a cestaria e a cerâmica, seguidas da arte plumária para a confecção de cocares, tangas e outras peças de vestuário feitos com penas e plumas de aves.</p>
<p>Na época da descoberta da Amazônia pelos europeus (século XVI), os historiadores estimam que existiam na região cerca de 7 milhões de ameríndios. Há quem diga que perto de 250 mil índios tapajós habitavam nessa época a região do Médio Amazonas, 60 mil deles só em Santarém. O surpreendente, é que alguns desses índios eram povos muito avançados, que comercializavam a grandes distâncias e construíram aldeias evoluídas, cuja cultura começou a se desenvolver mais de mil anos antes do desembarque de Cabral no Brasil. Os pesquisadores são unânimes em afirmar que a cerâmica de alguns desses povos está entre as mais belas e bem elaboradas do mundo e que o artesanato tem sido praticado na região há pelo menos 7 mil anos, e não 4 mil, como se acreditava, além de ser autógeno e não originária dos Andes colombianos, conforme se sustentou durante muito tempo.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.amazonview.net/adm/imgeditor/Image/Conteudo%20da%20revista/view88/cultura%20e%20historia/artesanato_02.jpg" alt="" width="230" height="170" /></p>
<p>Apesar de nem todos atingirem o nível cultural e artístico dos marajoaras e tapajônicos, o artesanato indígena da Amazônia é considerado uma das mais belas e significativas expressões da arte popular brasileira, ainda hoje praticada com as técnicas primitivas, uso exclusivo de matéria-prima regional e inteiramente artesanal, tendo impressionante resultado artístico também assimilado por artesões não-índios que trabalham no setor, como excelente produto turístico. A cerâmica de Icoaraci e o artesanato em fibras e sementes vegetais do Amazonas são exemplos disso.</p>
<p>Sabe-se que o artesanato pode ser praticado de várias formas – erudito, popular e folclórico, como cerâmica utilitária, funilaria popular, trabalhos em couro e chifre, trançados e tecidos de fibras vegetais e animais (sedenho), instrumentos musicais e tinturaria popular. A criatividade também se manifesta nas pinturas, desenhos, esculturas, trabalhos em madeiras, pedra, guaraná, cera, bijuteria, renda, crochê e papel recortado, e fazem do artesanato brasileiro um dos mais ricos do mundo. Essa arte garante o sustento de muitas famílias e comunidades, além de fazer parte do folclore, usos, costumes e tradições de cada região, se desenvolvendo onde é mais propícia à aquisição de matéria-prima, como barro, sementes, fibras vegetais e plumas. Seus exemplares são encontrados em feiras e mercados do Norte e Nordeste do Brasil, constituindo-se um importante produto comercial e turístico.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.amazonview.net/adm/imgeditor/Image/Conteudo%20da%20revista/view88/cultura%20e%20historia/artesanato_03.jpg" alt="" width="230" height="170" /></p>
<p>A renda está presente em roupas, lenços, toalhas e outros artigos e tem um importante papel econômico nas regiões onde é desenvolvida pelas mãos das rendeiras do Nordeste. Já o entalhe de madeira é outra manifestação cultural muito utilizada pelos indígenas nas suas armas, utensílios, embarcações, instrumentos musicais, máscaras e bonecos, que foi assimilada pelos não-índios. Esse artesanato é aplicado para o fabrico de objetos diversificados com motivos da natureza, do universo humano e da fantasia, como as carrancas, ou cabeças-de-proa e os utensílios como cocho, pilão, gamelas e móveis simples e rústicos, além de engenhos, moendas, tonéis, carroças e os carros de bois.</p>
<p>A arte de trançar fibras, deixada pelos índios (esteiras, redes, balaios, chapéus, peneiras e outros), possui uma imensa variedade de trançados, explorada através de formas geométricas, com espessuras, corantes, texturas e outros materiais, cujo artesanato pode ser encontrado em diversas regiões do Norte e Nordeste do Brasil. Mas é na Amazônia que essa arte ganha mais beleza e força por conta do artesanato indígena, onde cada grupo étnico tem seu estilo próprio, cuja característica geral está na tinta, traçado e textura usadas pelas tribos. Os adornos em arte plumária são outros importantes trabalhos que identificam o artesanato de certas etnias, contudo, a grande maioria das tribos desenvolve a cerâmica e a cestaria como utilitários ou para rituais sagrados, inclusive flautas, chocalhos e outros instrumentos.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.amazonview.net/adm/imgeditor/Image/Conteudo%20da%20revista/view88/cultura%20e%20historia/artesanato_04.jpg" alt="" width="230" height="170" /></p>
<p>O estilo do artesão empresta originalidade a seus objetos como marca pessoal, enquanto o padrão é a marca do grupo. Cada artesão escolhe um estilo, mas não deixa de ser influenciado pelo ambiente em que vive e pelos modos de vida própria da área cultural a que pertence. A escolha do material para o trabalho artesanal é ditada pelos recursos naturais abundantes no lugar. Os índios da Ilha de Marajó, por exemplo, foram os melhores ceramistas da Amazônia porque dispunham de boa argila e, no entanto, não conheciam a pedra; enquanto que os índios do Rio Oiapoque (Amapá) foram grandes artesãos de objetos líticos, pois estes dispunham de pedra e não de argila. Emprega-se no artesanato os materiais disponíveis, gratuitos ou de baixo preço, principalmente no indígena ou folclórico, cuja matéria-prima é extraída normalmente no local de produção, inspiradas nas tradições regionais.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.amazonview.net/adm/imgeditor/Image/Conteudo%20da%20revista/view88/cultura%20e%20historia/artesanato_05.jpg" alt="" width="230" height="170" /></p>
<p>Além da função utilitária do artesanato para o lar e para a comunidade, ele possibilita ao artesão melhores condições de vida, atuando contra o desemprego e contribuindo como fator de coesão e paz social. O artesanato desperta as aptidões latentes das pessoas e aprimora o intelecto, além de ser de grande valor para a criança em idade escolar, principalmente a carpintaria, modelagem e papel recortado. Por outro lado, a atividade abranda o temperamento hostil ou agitado das pessoas que sofrem desvios de personalidade, as quais poderão corrigir seus problemas por meio da ocupação manual, sendo recomendada ainda para certos enfermos que são obrigados a permanecer no leito durante muito tempo, mas que possam produzir certos objetos com as mãos, exigindo mais habilidade e paciência do que esforço físico.</p>
<p>Além de ser um dos mais ricos em cores e formas do mundo inteiro, apresentando características marcantes, como criatividade, beleza e grande variedade de produtos, o artesanato amazônico é fruto da diversidade cultural de seu povo, decorrente da influência do índio, do negro e do europeu, além da grande abundância de matérias-primas na região. Os objetos de cerâmica, fibras e cipós, que tiveram originariamente o exclusivo uso utilitário, ganharam forma a partir da colonização e passaram a ser direcionados para a confecção de adornos, vestimentas, adereços, mobiliários e objetos diversos.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.amazonview.net/adm/imgeditor/Image/Conteudo%20da%20revista/view88/cultura%20e%20historia/artesanato_06.jpg" alt="" width="230" height="170" /></p>
<p>No Amazonas, segundo fontes do Projeto Design Tropical (Fucapi), a diversidade formal do seu artesanato, em especial os feitos em palha trançada, cipós e sementes, tem seus traços comuns com matrizes culturais indígenas e caboclas – tramas geométricas e fortes contrastes de cores. Os chamados “produtos da floresta”, que hoje agregam valores da agrobiodiversidade, têm mercado internacional garantido, embora com produção regional ainda incipiente devido a falta de políticas que promovam a capacitação da mão-de-obra e a qualificação da matéria-prima. A grande demanda mundial pelos “produtos da floresta” se justifica pela consciência de que contribuem para a preservação ambiental e para o desenvolvimento sustentável das populações tradicionais, apesar de não haver ainda um “selo verde” que garanta isso.</p>
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		<title>Mudança do Código Florestal em pauta</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 21:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvana Losekann</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A bancada ruralista fechou ontem um acordo para votar, na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que altera o Código Florestal, em vigor desde 1965.  A proposta, em tramitação na Comissão de Meio Ambiente, teria apoio irrestrito do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), em razão da ampla votação a ele dada pelos ruralistas na recente disputa pelo comando da Casa.</p>
<p>O projeto de lei, de autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), contém pontos altamente polêmicos nos debates com os ambientalistas.  Entre os mais discutíveis, estão a permissão para o plantio de espécies exóticas com viabilidade comercial em metade das áreas devastadas da Amazônia.  Culturas como dendê e eucalipto seriam uma opção no reflorestamento das propriedades.</p>
<p>Outro ponto delicado é a soma de de Áreas de Preservação Permanente (APP) às áreas de reserva legal.  Na Amazônia, a lei exige 80% de reserva legal.  Nos Cerrados de Estados da Amazônia Legal, são 35%.  Nas demais regiões do país, a exigência é de 20%.  O texto do projeto também prevê a anistia de passivos ambientais e a blindagem da produção em áreas com declividade acima de 45 graus, desde que consolidadas há mais de dez anos.  Isso garantiria as lavouras de maçã, arroz, café e outras culturas hoje em situação irregular.</p>
<p>A votação do novo texto do Código Florestal será um teste para a apresentação de um projeto de lei mais abrangente.  Os ruralistas preparam uma proposta para o Código Ambiental, um &#8220;guarda-chuva&#8221; que condensaria 16.450 instrumentos legais em vigor no âmbito federal na área ambiental.  &#8220;São leis, portarias, normativos, decretos que ninguém conhece a totalidade&#8221;, diz o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Valdir Colatto (PMDB-SC).  &#8220;Imagine o trabalho que é para quem aplica e para quem tem que cumprir isso no dia-a-dia&#8221;.  Até meados de abril, a proposta deve vir a público.  &#8220;Temos que mexer com a área urbana, tratar da ocupação do solo e de planos diretores&#8221;.</p>
<p>A bancada ruralista afirma que o objetivo da nova lei, que deve abrir um ampla discussão nacional, é &#8220;limpar&#8221; as legislação e reduzir a &#8220;alguns poucos artigos&#8221; um código que serviria para a área rural e também urbana.  &#8220;Os detalhes restantes seriam regulamentados por decretos específicos e portarias ministeriais&#8221;, diz Colatto.  Para ele, o mais importante nessa discussão sobre as leis ambientais do país é &#8220;definir conceitos&#8221;, como da reserva legal, passando a imposição da obrigação da propriedade para a bacia hidrográfica.  &#8220;No caso das APPs, tudo teria quer feito com base em orientação técnica de entidades reconhecidas e respeitadas, como a Embrapa&#8221;, afirma o deputado.</p>
<p>O desenho da nova lei dispensa uma importância fundamental à Embrapa.  &#8220;Temos que usar os princípios e estudos técnicos realizados pela Embrapa para definir essas questões&#8221;, defende Colatto.  O Código Ambiental trataria, em linhas gerais, do crédito ambiental a produtores e apresentaria espécies de premiações pela preservação do ambiente.  Teria, ainda, conceitos de pagamento por serviços ambientais e mudaria o atual sistema de fiscalização, passando da imposição de multas pecuniárias para a &#8220;orientação&#8221; dos produtores.</p>
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		<title>Goeldi recebe medalha Francisco Caldeira Castelo Branco</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 20:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvana Losekann</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Com 142 anos, o Museu Paraense Emílio Goeldi, instituição de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), será um dos agraciados com a medalha do mérito “Francisco Caldeira Castelo Branco”, condecoração concedida pela Prefeitura Municipal de Belém a personalidades e instituições que, ao longo do ano, se destacaram em suas áreas de atuação e contribuíram, de alguma forma, para o desenvolvimento da cidade.</p>
<p>O prêmio, que carrega o nome do fundador de Belém, será entregue pelo Prefeito Duciomar Costa na segunda-feira, dia 12, quando a cidade completa 393 anos. A diretora do Museu Goeldi, Ima Vieira, representará a instituição durante a cerimônia de entrega da honraria que será realizada às 19 horas, no Cine Olympia.</p>
<p>Fundado em 1866, o Museu Goeldi é o terceiro maior do país, com 4,5 milhões de itens tombados em coleções zoológicas, botânicas, geológicas, etnográficas, arqueológicas, audiovisuais, bibliográficas, arquivísticas e didáticas. Parte do acervo é tombada como Patrimônio Histórico Nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>Esse acervo possibilita a realização de pesquisas em diversos campos: auxilia instituições governamentais, empresariais e movimentos sociais na execução de projetos de desenvolvimento; preserva a cultura de comunidades indígenas e de populações tradicionais; e subsidia a elaboração de políticas públicas, como a que deu origem à Lista de Espécies Ameaçadas de Extinção do Estado do Pará.</p>
<p>O Museu Goeldi também oferece à sociedade serviços e projetos educativos, dois programas de iniciação científica, um programa de capacitação e cursos que agregam estudantes de nível fundamental e médio, graduação e pós-graduação, nas áreas de zoologia, botânica, ciências ambientais e ciências sociais. A formação de recursos humanos para atuação na Amazônia é objetivo histórico da instituição e tem se acentuado nos últimos anos.</p>
<p>As principais atividades educativas são realizadas no Parque Zoobotânico, que reúne uma importante coleção viva de animais e plantas, muitos ameaçados de extinção. Com mais de 200 mil visitantes por ano, o Parque é uma das principais áreas de lazer e pontos turísticos de Belém. O Museu Goeldi também realiza atividades de pesquisa, educação e assistência social na Floresta Nacional de Caxiuanã, onde mantém a Estação Científica Ferreira Penna, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.</p>
<p>Todo esse patrimônio e essas atividades são mantidos por cerca de 500 pessoas, dentre servidores, funcionários terceirizados, bolsistas e estagiários, divididos nas áreas de pesquisa, conservação, comunicação e gestão. Juntas, movimentam e fazem funcionar um dos principais museus brasileiros. (Agência Museu Goeldi)</p>
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		<title>União anistia Chico Mendes 20 anos após seu assassinato</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 12:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvana Losekann</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-líder seringueiro e ativista ambiental Chico Mendes recebeu oficialmente ontem, 20 anos depois de ser assassinado, o perdão do Estado brasileiro e foi anistiado pela perseguição sofrida durante a ditadura militar (1964-1985).</p>
<p>Assassinado em 22 de dezembro de 1988 na porta de sua casa, em Xapuri (AC), quando o Brasil já havia deixado para trás 21 anos de governo militar e tinha uma nova Constituição, promulgada dois meses antes, Chico Mendes foi perseguido entre 1980 e 1984 por suas atividades sindicais e pelo ideal de preservação da Amazônia.</p>
<p>Ele foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional em fevereiro de 1981, acusado de “incitar atentado contra a paz, a prosperidade e a harmonia entre as classes sociais” e chegou a ser detido algumas vezes.</p>
<p>Para o ministro da Justiça, Tarso Genro, é impossível dissociar a perseguição que o ex-seringueiro sofreu, durante a ditadura, com sua morte, ocorrida em tempos de democracia:</p>
<p>– Indiretamente, seu assassinato estava relacionado com isso. O Estado não soube compreender tudo o que ele representava naquele momento.</p>
<p>A sessão foi acompanhada pelos dois filhos de Chico Mendes e pela viúva, Ilzamar – autora do pedido de reparação em 2005.</p>
<p>Por decisão unânime, a Comissão de Anistia concedeu à viúva indenização de R$ 337,8 mil, além de pensão vitalícia no valor de R$ 3 mil.</p>
<p>Dois anos depois do assassinato, os fazendeiros Derly Alves da Silva e Darcy Alves da Silva foram condenados pelo crime a 19 anos de prisão.</p>
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		<title>15 maravilhas para visitar o quanto antes</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 14:08:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvana Losekann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem quiser visitar as paradisíacas Ilhas Maldivas, no sul da Ásia, terá de correr – o país inteiro está fadado a desaparecer debaixo das águas do Oceano Índico, segundo previsões. O novo presidente, inclusive, quer guardar dinheiro para comprar terras em outro lugar se for preciso. As Maldivas, no entanto, não são o único destino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem quiser visitar as paradisíacas Ilhas Maldivas, no sul da Ásia, terá de correr – o país inteiro está fadado a desaparecer debaixo das águas do Oceano Índico, segundo previsões. O novo presidente, inclusive, quer guardar dinheiro para comprar terras em outro lugar se for preciso.</p>
<p>As Maldivas, no entanto, não são o único destino turístico que está ameaçado – muitos outros locais podem sumir do mapa por motivos diversos – do descaso às mudanças climáticas. E um guia turístico lançado recentemente no Exterior mostra que eles não são poucos. 500 Places to See Before They Disappear (500 Lugares para Conhecer Antes que Desapareçam), de Arthur Frommer e Holly Hughes, lista 500 em todos os continentes. Mesmo que contraditório às vezes – porque o excesso de visitantes é o problema de muitos desses destinos –, o guia serve como incentivo para um turismo mais responsável. Confira a seguir 15 deles:</p>
<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522820.jpg" alt="" width="358" height="300" /></p>
<p><strong>1. Amazônia (Brasil e outros países)</strong><br />
Maior floresta tropical do mundo e abrigo de inúmeras espécies animais e vegetais, a Amazônia está ameaçada pelo desmatamento, que atinge milhares de quilômetros quadrados por ano. Somente entre agosto de 2007 e julho de 2008, foram destruídos quase 12 mil quilômetros quadrados de floresta no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), devido principalmente à ação das madeireiras e ao avanço da pecuária e do cultivo de soja na região.</p>
<p>Além disso, o aquecimento global e a escassez de água poderão transformar a Amazônia em savana (vegetação composta por gramíneas, árvores esparsas e arbustos, semelhante ao cerrado) até a metade do século, conforme o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), das Nações Unidas.<br />
<strong><br />
</strong><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522821.jpg" alt="" width="400" height="263" /></p>
<p><strong>2. Estação Ecológica Anavilhanas (Brasil)</strong><br />
Situada no Rio Negro, perto do Parque Nacional do Jaú, no Amazonas, é um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo, com cerca de 400 ilhas. Apesar de a estação ecológica ser protegida pelo governo brasileiro, a caça e a poluição dos barcos que atravessam o rio continuam sendo riscos para o ecossistema local.<br />
<strong><br />
</strong><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522822.jpg" alt="" width="400" height="265" /></p>
<p><strong>3. Reserva Natural Mamirauá (Brasil)</strong><br />
Localizada no médio Solimões, no Amazonas, transborda natureza em seus 1,124 mil hectares – a maior área de várzea protegida no Brasil. A reserva tem grande biodiversidade e muitas espécies raras. Mas suas maravilhas naturais estão em risco devido ao desmatamento e à caça.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522823.jpg" alt="" width="400" height="271" /></p>
<p><strong>4. Pantanal (Brasil)</strong><br />
A pesca recreativa e a caça crescentes transformaram a fauna local. Resíduos tóxicos da agricultura e a exploração de reservas de ouro também prejudicaram o magnífico ecossistema desse complexo natural situado no sul de Mato Grosso e no noroeste de Mato Grosso do Sul, que também engloba o norte do Paraguai e o leste da Bolívia.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522824.jpg" alt="" width="400" height="259" /></p>
<p><strong>5. Coliseu (Itália)</strong><br />
Um dos símbolos do Império Romano, o Coliseu foi danificado por terremotos e por ladrões que retiravam pedras do local. Atualmente, sofre com os efeitos da poluição e balança com o tráfego pesado do centro da capital italiana, Roma, com milhares de carros passando ao seu redor e as linhas de metrô cortando seu subsolo.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522825.jpg" alt="" width="400" height="267" /></p>
<p><strong>6. A árvore de Anne Frank (Holanda)</strong><br />
Citada no famoso diário de Anne Frank, a árvore de 150 anos e 31 toneladas – localizada em frente à casa da judia vítima do Holocausto –, está morrendo devido a uma grave doença causada por fungos. Mais de 40% de seu tronco já apodreceu. Botânicos acreditam que a árvore ainda possa ficar de pé por 15 anos.<br />
<strong><br />
</strong><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522826.jpg" alt="" width="400" height="261" /></p>
<p><strong>7. Machu Picchu (Peru)</strong><br />
O desenvolvimento no departamento de Cuzco e o turismo na região de Machu Picchu colocam em perigo a lendária cidade do Império Inca. Os cerca de 500 mil turistas que visitam o local todos os anos também ajudam a ameaçar esse Patrimônio Cultural da Humanidade – cujo solo está se enfraquecendo, elevando o risco de desmoronamentos de terra.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522827.jpg" alt="" width="400" height="261" /></p>
<p><strong>8. Mar Morto (Oriente Médio)</strong><br />
Maravilha geológica, com a maior concentração de sal do mundo, o Mar Morto está secando. Situado 412 metros abaixo do nível do Mar Mediterrâneo, ele pode morrer de fato até 2050. O problema é causado pelo consumo de água: o Rio Jordão, que alimenta o Mar Morto, está sendo desviado pelo homem por motivos agrícolas, hidrelétricos ou para abastecer cidades.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522828.jpg" alt="" width="400" height="261" /></p>
<p><strong>9. Cidade Proibida (China)</strong><br />
Localizado no centro da capital chinesa, Pequim, esse complexo de palácios com 600 anos está correndo o risco de desmanchar em decorrência da poluição e dos efeitos da grande quantidade de visitantes que passam pelo local todos os dias. Os pavimentos antigos e as construções da Cidade Proibida estão cedendo a uma velocidade preocupante.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522829.jpg" alt="" width="400" height="261" /></p>
<p><strong>10. Galápagos (Equador)</strong><br />
A multidão de turistas que visitam Galápagos todos os anos ajudou a ferir o ecossistema das ilhas, que contam com uma incrível biodiversidade. O turismo descontrolado, o crescimento populacional, a caça e a pesca indiscriminadas ameaçam a fauna local. Desde a visita de Charles Darwin, o arquipélago se tornou o principal laboratório vivo de biologia do mundo.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522830.jpg" alt="" width="276" height="300" /></p>
<p><strong>11. Taj Mahal (Índia)</strong><br />
Erguido pelo imperador Shah Jahan em homenagem à mulher morta, o secular Taj Mahal está ameaçado pela poluição. As emissões de poluentes pelas fábricas nos arredores se misturam à umidade e produzem ácido sulfúrico, que corrói as paredes do mausoléu construído há mais de 350 anos.</p>
<p>Outro problema é a multidão de turistas que toma o local – entre 3 e 4 milhões de pessoas todos os anos. Mesmo o aumento nos preços dos ingressos não ajudou a diminuir o número. Por isso, autoridades estão considerando fechá-lo para visitas do público. Considerado uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo, o Taj Mahal é incrustado com pedras semipreciosas.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522831.jpg" alt="" width="400" height="270" /></p>
<p><strong>12. Veneza (Itália)</strong><br />
Construída em uma laguna junto ao Mar Adriático, Veneza é única. A belíssima cidade italiana, porém, está afundando mais de seis centímetros por década. Ela sempre conviveu com inundações, mas a poluição da laguna e o aumento do nível do mar acentuaram o perigo de tirar todo o incalculável patrimônio histórico de Veneza do mapa.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522832.jpg" alt="" width="400" height="259" /></p>
<p><strong>13. Ruínas da Babilônia (Iraque)</strong><br />
Localizadas a cerca de 80 quilômetros de Bagdá, as ruínas da cidade histórica da Babilônia estão ameaçadas pela guerra e pelo desenvolvimento. Em 2003, as tropas americanas chegaram a construir um heliponto no local onde um dia resplandeceram os famosos Jardins Suspensos. Os planos pós-guerra dos próprios iraquianos colocam em risco essa maravilha.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522833.jpg" alt="" width="400" height="258" /></p>
<p><strong>14. Acrópole (Grécia)</strong><br />
Há centenas de anos, os templos da Acrópole, símbolos da Grécia Antiga, sofreram com incêndios, bombardeios e terremotos. Hoje em dia, o maior problema é a poluição. No topo de um morro no centro da capital grega, Atenas, os templos estão com uma crosta negra composta da fumaça expelida pelos carros e por poluentes liberados pelas indústrias.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/5522834.jpg" alt="" width="400" height="262" /></p>
<p><strong>15. Pirâmides de Gizé (Egito)</strong><br />
O desenvolvimento sem restrições e a expansão da zona urbana da capital egípcia, Cairo, colocam em perigo as antigas pirâmides, que datam de 3 mil anos antes de Cristo. A poluição atmosférica corrói a superfície das impressionantes estruturas. O esgoto saído dos bairros pobres da cidade também enfraquece o terreno sobre o qual elas estão erguidas.</p>
<p><a href="http://www.defender.org.br/uploads/5522819.pdf" target="_blank">Guia do Turista Responsável</a></p>
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